Arquivo mensal maio 2019

PorAGEGO Goiás

CPRM ajuda em novo mapa do Suriname

GEOLOGIA

CPRM ajuda em novo mapa do Suriname

O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) contribuirá para o desenvolvimento do “Novo Mapa Geológico do Suriname – Preparações para a contratação de levantamento aerogeofísico e organização de base de dados geológicos”. O projeto conta com a intermediação da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e pretende dar o suporte técnico ao Serviço Geológico do Suriname (GMD) para a atualização do mapa geológico do país e a organização da sua litoteca. A última versão do mapa geológico do Suriname é de 1977. O projeto terá cinco etapas, onde haverá o intercâmbio entre os técnicos das duas instituições nas áreas de geofísica, mapeamento geológico e litoteca.

Entre os dias 29 de abril e 17 de maio, o chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto e Geofísica (DISEGE), Luiz Gustavo Rodrigues Pinto, esteve presente em Paramaribo, Capital do Suriname, onde desenvolveu a primeira etapa do projeto, que foi a da preparação do edital para a contratação, por parte do governo local, de aerolevantamentos geofísicos, magnetometria e gamaespectrometria. “O GMD sugeriu essa parceria com a CPRM devido à vasta experiência que a CPRM possui na aquisição e utilização dos levantamentos aerogeofísicos no território brasileiro para o mapeamento geológico e exploração mineral”, explica Luiz Gustavo.

O encontro possibilitou que o Serviço Geológico do Suriname conhecesse a vasta gama de atividades desenvolvidas pela CPRM nos últimos anos e o potencial que dados aerogeofísicos fornecem aos geólogos para o desenvolvimento de suas atividades. “O GMD é muito carente de recursos humanos e financeiros. São apenas seis geólogos para desenvolver atividades ligadas à geologia, requerimentos de exploração de mineração e fiscalização das minerações de todo o país. Essa possibilidade de transferirmos o conhecimento que a CPRM adquiriu em seus 50 anos de história é um reconhecimento internacional da qualidade dos produtos desenvolvidos e disponibilizados pela CPRM de forma gratuita para a comunidade”, destaca Luiz Gustavo.

PorAGEGO Goiás

Mosaic Fertilizantes anuncia retomada de mineração em Catalão

Mosaic Fertilizantes anuncia retomada de mineração em Catalão

(Reuters) – A Mosaic Fertilizantes, unidade de negócios da Mosaic no Brasil, informou nesta terça-feira que retomou as atividades de mineração de fosfato em sua mina de Catalão, no Estado de Goiás.

Segundo a empresa, a unidade está operando a plena capacidade após restrições para atender novas normas depois do rompimento da barragem da Vale (SA:VALE3), em Brumadinho (MG).

“Estamos satisfeitos que Catalão tenha retornado à produção total”, disse o presidente e CEO da Mosaic, Joc O’Rourke, em nota.

“Continuamos a atender as necessidades dos clientes, enquanto Catalão e outras minas foram paralisadas, e nós acreditamos que voltaremos a operar em todas as nossas minas brasileiras até o final do terceiro trimestre”.

A mina de Catalão ficou com atividades limitadas por dois meses enquanto a empresa trabalhava para atender as novas regras.

Além disso, uma das duas barragens na mina de Tapira, da Mosaic, recebeu um certificado de segurança.

Espera-se que a segunda barragem em Tapira receba seu certificado de segurança durante o terceiro trimestre, quando a mina poderia voltar para a produção completa.

Em função das paradas no Brasil, a empresa chegou a anunciar importações de fosfato de suas operações no exteiror.

(Por Roberto Samora)

PorAGEGO Goiás

Governo federal expõe sobre eixos estruturantes para o setor mineral

Governo federal expõe sobre eixos estruturantes para o setor mineral

A secretária Lília Sant’Agostino irá apresentar os eixos estruturantes desenvolvidos pelo Ministério de Minas e Energia, que têm como principais linhas de ação a modernização da gestão da atividade de mineração, o incentivo à prospecção mineral e o aprimoramento das práticas sustentáveis com foco na segurança das estruturas da mineração e do meio ambiente. Após a apresentação, haverá tempo para perguntas e discussões.

A palestra é um evento comemorativo ao Dia do Geólogo (celebrado em 30 de maio) e será iniciada às 17h30, no auditório do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília, ICC Centro, Campus Darcy Ribeiro. O acesso é gratuito e audiência estará limitada à capacidade de lotação do auditório.

Imagem: CPRM

Fonte: Portal da Mineração

PorAGEGO Goiás

GONGO SOCO: DE MAIOR MINA DE OURO DO MUNDO À BOMBA RELÓGIO

GONGO SOCO: DE MAIOR MINA DE OURO DO MUNDO À BOMBA RELÓGIO

Como a imensa maioria das minas de ferro, em Minas Gerais, o Gongo Soco teve seu início como uma mina de ouro, a mais célebre de todas. O Gongo Soco foi a mina que mais produziu ouro em toda a história da humanidade. Inicialmente, o Gongo Soco foi de propriedade de João Batista de Sousa Coutinho, o Barão de Catas Altas, que, a partir de 1818, apurou somas fabulosas de ouro daquelas lavras a céu aberto. Durante dois anos, o Barão extraiu, por dia, nada menos do que 7 quilos e meio de ouro puro dos talhos abertos do Gongo Soco, o que fez de Catas Altas um dos homens mais ricos do Império Brasileiro e bancou todas as excentricidades pelas quais ficaria conhecido. Posteriormente, julgando, esgotada a mina, Catas Altas a vendeu para os ingleses da Imperial Brazilian Mining Association, que passariam a empregar tecnologia mecanizada na exploração do ouro, como o trem de vagonetes e o engenho hidráulico de pilões, cujas cabeças dos trituradores eram produzidas pela Fábrica de Ferro de João Monlevade. Monlevade foi o fornecedor preferencial de artefatos de ferro das companhias mineradoras inglesas por mais de 50 anos, forjando não apenas as cabeças de ferro dos trituradores do quartzito aurífero, cada uma pesando 80 quilos, como também qualquer outra ferramenta demandada pela mineração, além de peças muito maiores. Há registro de peça de ferro de mais 900 quilos de peso fabricada por Monlevade e enviada até o Gongo Soco através de seus famosos carretões de quatro rodas, puxados por muitas juntas de bois. Mecanizado, constituído na forma de uma companhia e conformado aos moldes de uma vila européia, contanto com mais de 1.000 habitantes, de 1826 à 1856, o Gongo Soco produziu na mãos dos ingleses 27.887 quilos de ouro puro, algo sem precedente ou paralelo no mundo. Foram quase mil quilos de ouro por ano, mais de 2 quilos e meio de ouro por dia.
Minas como o Congo Soco foram importantíssimas, não apenas pela grande quantidade de ouro que produziram, mas principalmente pelo emprego intensivo da mecanização a que foram pioneiras, sendo consideradas hoje pela historiografia como o alvorecer da indústria mineira. Tais minas deixaram uma marca tão indelével na construção da identidade regional que ainda hoje a herança daqueles idos pode ser observada no jeito de falar do mineiro. Manter o processo de mecanização sempre funcionando não era tarefa fácil. O inglês estava sempre cobrando do mineiro o porquê da interrupção do funcionamento. Então o inglês indagava: “why (?)”, que é a tradução de “por que (?)”. Daí a origem da interjeição “uai”, tão utilizada pelo mineiro para exprimir surpresa ou espanto. “Sô”, que em Minas é utilizado como pronome de tratamento e “trem”, que é utilizado pelos mineiros como sinônimo de qualquer coisa, também são originários do convívio dos mineiros com os ingleses nas companhias mineradoras do ouro. “Trem” é referente ao “train” de vagonetes, sobre trilhos, que eram empregados nas companhias mineradoras para extrair o minério aurífero das galerias subterrâneas; “sô” é a adaptação do vocábulo “sir”, que era como os ingleses eram tratados nas companhias.
Depois de extinta a Companhia Inglesa do Gongo Soco, a mina passou a ser explorada pela Vale também por seu minério de ferro que é puríssimo e, obviamente, muito rico em ouro. Outrora, um colosso aurífero, indutor do desenvolvimento da região, agora, o Gongo Soco se transformou numa verdadeira bomba-relógio que pode explodir a qualquer momento, mediante do risco da ruptura de mais uma barragem de mineração. É, terrivelmente, vergonhoso testemunhar como a mineração virou sinônimo de medo em Minas Gerais.
Na USINA de MONLEVADE( Cidade de João Monlevade), existe hoje uma Réplica da FORJA CATALÃ do JEAN ANTOINE FELIX DISSANDES de MONLEVADE, com também algumas peças antigas da Usina de Monlevade, na época COMPANHIA SIDERÚRGICA BELGO-MINEIRA e algumas peças de ferro para uso em mineração e agricultura, etc.
Esta RÉPLICA da FORJA CATALÃ , para fabricação de peças de ferro, está anexa à FAZENDA ANTIGA( ~1817), que pertenceu ao JEAN MONLEVADE!!

PorAGEGO Goiás

Deslocamento de talude de barragem da Vale em Barão de Cocais chega a 18 cm em alguns pontos, diz ANM

Deslocamento de talude de barragem da Vale em Barão de Cocais chega a 18 cm em alguns pontos, diz ANM

Nos outros pontos, movimentação média é de 14,1 cm por dia. Segundo agência, expectativa é que paredão se rompa neste fim de semana.

Por G1 Minas — Belo Horizonte

25/05/2019 09h30  Atualizado há 45 minutos

Vale prevê que parede de mina de Barão de Cocais (MG) caia neste sábado (25)

JVale identifica movimentação em pontos críticos de parede de mina em Barão de Cocais (MG)

A Agência Nacional de Mineração (ANM) informou que a movimentação do talude que pode se romper a qualquer momento em uma mina da Vale, em Barão de Cocais (MG), chegou a 18 cm, neste sábado (25), em alguns pontos isolados da estrutura. Na porção inferior do talude norte, a movimentação média é de 14,1 cm por dia, segundo o último boletim da ANM.

Na quinta-feira (23), a movimentação era de 16 cm por dia no ponto mais crítico. Esse talude é um paredão que fica acima da cava de mineração na Mina de Gongo Soco, que está cheia de água. A barragem Sul Superior está a 1,5 quilômetro desta cava.

O rompimento do talude pode causar uma reação em cadeia por abalos e desencadear o colapso da barragem. Outro cenário menos grave, mas também preocupante, é que a água da cava transborde e atinja rios da região da mina.

O chefe da Divisão de Segurança de Barragens da Agência Nacional de Mineração (ANM), Wagner Nascimento, afirmou não é possível prever o dia em que ocorrerá a ruptura do talude, mas, segundo ele, a tendência é que ocorra até o fim de semana.

Ainda de acordo com Nascimento, essa movimentação foi identificada em 2012 e, até os últimos meses, ela era de 10 cm por ano.

Em um documento enviado ao Ministério Público de Minas Gerais pela Vale, a engenheira geotécnica Rafaela Baldi explica por que o talude está se movimentando. “É comum que parte do talude que fica mais no alto se desprenda. O talude está ‘pelado’, foi escavado e está solto, lá em cima. Com as vibrações típicas da atividade minerária, esta estrutura vai se desestabilizando e pode cair sobre a cava. Mas, pelo alerta feito, deve ter um problema geológico na área a ser considerado”, concluiu.

Um estudo apresentado pela Vale ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) com o pior cenário possível para o caso de a barragem Sul Superior se romper mostra provável “inundação generalizada de áreas rurais e urbanas” com mortes, especialmente no distrito de Socorro e nas cidades de Barão de Cocais, Santa Bárbara e São Gonçalo do Rio Abaixo.

A descrição do potencial de inundação caso a barragem se rompa apresenta ainda a possibilidade de problemas relacionados ao abastecimento de água, impactos em área de preservação permanente, nas faixas marginais ao leito dos cursos de água, danos estruturais nos acessos locais de terra, rodovias e fornecimento de energia elétrica.

Simulados de emergência

Talude norte e cava da mina Gongo Soco, da mineradora Vale, em Barão de Cocais (MG) — Foto: Reprodução/Globocop

A população de Barão de Cocais passou por dois treinamentos de simulação de situação de emergência, caso a barragem se rompa.

No primeiro treinamento, 60% dos moradores participaram da ação. Já no segundo, a adesão foi de 26,75%. De acordo com Defesa Civil de Minas Gerais, alguns moradores alegaram que já tinham participado do primeiro treinamento e que já conheciam a rota de fuga para justificarem a ausência no segundo simulado.

Os moradores devem seguir para pontos de encontro seguros, sem correria. As calçadas da cidade por onde a lama pode passar estão sinalizadas com a cor laranja. Placas também indicam o caminho do pronto de encontro mais próximo.

Carros de som estão posicionados em pontos estratégicos da cidade para avisar a população em caso de rompimento da barragem.

 

PorAGEGO Goiás

Governo ofertará mil áreas ao mercado

Governo ofertará mil áreas ao mercado

Durante sua participação no evento Latin America Down Under Conference (LADU), no último dia 15 de maio, em Perth, Austrália, o Secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SGM) do MME, Alexandre Vidigal, anunciou que ainda neste semestre serão ofertadas ao mercado 1.000 áreas de um portfólio de 20 mil.
No evento, em que liderou a comitiva oficial brasileira que foi à Austrália com o intuito de estreitar laços comerciais, ele também abordou o potencial mineral do Brasil, afirmando que “temos cerca de 80 substâncias em exploração, algumas bastante estratégicas, tanto para as políticas internas quanto de interesse global, como ouro, cobre, níquel, bauxita, fosfato, lítio”, disse Vidigal às autoridades e executivos australianos presentes no encontro, que contou com a participação do Embaixador brasileiro na Austrália, Sérgio Moreira.
O secretário ressaltou a importância que o Governo tem dado ao setor mineral. “Há um compromisso de se adotar novas práticas de mercado e políticas de governo orientadas por padrões éticos, de integridade e transparência, com valores e governança que inspirem confiança e credibilidade aos investidores”, ao se referir à pauta positiva criada pelo governo federal, baseada em eixos estruturantes que visam o melhor aproveitamento dos bens minerais, a racionalização e otimização da burocracia estatal, mediante inovação tecnológica e a expansão de estudos em geologia marítima alinhados com as pautas globais atuais. Ele disse também que o governo brasileiro trabalha na implementação de uma nova estrutura institucional da Agência Nacional de Mineração (ANM), para um aprimoramento das normas, com o objetivo de garantir a segurança jurídica aos investidores, e a ampliação da oferta de áreas ao mercado, visando atrair investimentos em pesquisa e propiciando a abertura de novos empreendimentos.
Na apresentação brasileira foi mostrado um vídeo do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, onde ele afirma que o governo trabalha para desenvolver o potencial do setor mineral brasileiro, além de se esforçar para a atividade no Brasil ser mais segura em um cenário de integridade e segurança jurídica, aumentando assim a relação de confiança e credibilidade entre a sociedade e os investidores no campo da mineração.
A delegação foi formada por mais representantes do SGM, o diretor do Departamento de Geologia e Produção Mineral, Frederico Bedran; o diretor do Departamento de Desenvolvimento Sustentável na Mineração, Gabriel Maldonado e pelo diretor-Presidente do Serviço Geológico do Brasil, Esteves Colnago.
Fonte: Brasil Mineral
PorAGEGO Goiás

CBA VAI INVESTIR R$ 300 MILHÕES EM PROCESSAMENTO A SECO DE RESÍDUOS

CBA VAI INVESTIR R$ 300 MILHÕES EM PROCESSAMENTO A SECO DE RESÍDUOS

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do grupo Votorantim, vai investir R$ 300 milhões em um projeto de processamento a seco do resíduo da produção da alumina na usina em Alumínio, no interior de São Paulo. O projeto prevê a compra de três filtros-prensa que retira até 75% dá água que é utilizada no beneficiamento da bauxita para produzir a alumina.

O resíduo formado será usado na produção de cimento e na produção de calcário fertilizante. Hoje, no processo atual, a CBA consegue retirar somente 45% da água e a lama que é gerada é armazenada na barragem de Palmital que fica na usina. O projeto tem início neste ano e a expectativa é que em 2020 já esteja em operação.

Roberto Seno, gerente de tecnologia da CBA, explicou que o projeto está em fase de licenciamento. A empresa já tem licença prévia e com ela em mãos, em 2015, a CBA deu início ao projeto piloto em que comprou o primeiro filtro-prensa que tem 10 metros de cumprimento e capacidade de filtragem de 160 toneladas por dia, o que corresponde a 10% da produção diária de resíduo na usina.

Quando começamos os testes, vimos que poderíamos utilizar todo o resíduo gerado na produção. Com essa filtragem a água gerada no processo ainda tem muito mineral, por um processo químico, retiramos o calcário, que é o que dá a cor avermelhada ao líquido, e reutilizamos a água que sobra no processo de produção de alumina. Ela tem uma quantidade considerável de bauxita, por exemplo. Com isso, vimos que poderemos utilizar bem menos o minério para a produção de alumina”, afirmou o executivo.

O “torrão” de terra que é gerado com a filtragem, segundo o executivo, pelos testes realizados pela companhia, pode virar pozolana, que é um insumo para a produção de cimento. “Quando o projeto estiver em operação, 40% do resíduo seco gerado será transformado em pozolana que será destinada à

Votorantim Cimentos que tem uma unidade de produção próxima à nossa usina. A pozolana pode substituir em até 20% o clínquer (escória e calcário), um dos insumos do cimento”, afirmou o executivo.

Enquanto o projeto não entra em operação plena, Seno contou que o resíduo seco que foi gerado na fase de testes está armazenado na usina e posteriormente será enviado à Votorantim Cimentos para a transformação em pozolana. “Foi um desenvolvimento conjunto das duas subsidiárias e, assim como para a CBA, o ganho ambiental será significativo, pois, na produção de clínquer a emissão de CO2 é bem alta.”

Seno ressaltou que os três filtros-prensa, de 25 metros de cumprimento e capacidade de filtragem de 50 toneladas por hora, serão instalados dentro da usina. O outro equipamento que foi utilizado no projeto piloto será usado para filtrar os resíduos da barragem que tem dois milhões de metros cúbicos de resíduo. “Já conseguimos retirar 56% da água dessa barragem que volta para a operação. A meta é até 2020 conseguirmos secar a barragem. Esse projeto faz parte do plano de descomissionamento da barragem que está previsto para ser concluído em 2040.”

O resíduo sólido que surgirá da filtragem da barragem, Seno contou que, pelos testes realizados pela CBA, tem grande quantidade de calcário com propriedades para ser usado como fertilizante. “Estamos em processo de conseguir a licença junto ao Ministério da Agricultura para comercializar esse fertilizante. É um produto que, pela qualidade, temos que posicioná-lo bem dentro do mercado.”

Seno ressaltou que essas iniciativas fazem parte de um plano da CBA em agregar valor aos resíduos gerados na produção e com isso estruturar uma nova área de negócios dentro da empresa.

Fonte: Valor/ADIMB