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VALE – Paralisação da produção em Brucutu

VALE

Paralisação da produção em Brucutu

 

Por determinação da Justiça mineira, atendendo a uma

 

ação civil pública movida pelo Ministério Público de Minas Gerais, a Vale terá que parar de lançar resíduos na barragem Laranjeiras, que recebe parte dos rejeitos da mina de Brucutu, em São Gonçalo do Rio Abaixo. Com isto, a empresa será obrigada a paralisar parte das operações da mina. A paralisação, segundo a Vale, impactará sua produção em cerca de 30 milhões de toneladas/ano de minério de ferro.

Além de Laranjeiras, a Justiça determinou que fossem paralisadas as barragens de Menezes II, Capitão do Mato, Dique B, Taquaras, Forquilha I, II e III e de acordo com a Vale apenas estas três últimas funcionavam com alteamento a montante e estavam incluídas no plano de descomissionamento acelerado já anunciado e que abrange um total de 10 barragens, incluindo a que se rompeu em Brumadinho. A empresa informa que vai recorrer da decisão.

Fonte: Brasil Mineral

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EM MEIO À DOR E À INDIGNAÇÃO

EM MEIO À DOR E À INDIGNAÇÃO

 

 

 

A Sociedade Brasileira de Geologia (SBG) está de luto pela tragédia que abalou a população brasileira, o rompimento da barragem em Brumadinho. Nos solidarizamos profundamente com aqueles que perderam familiares e amigos neste desastre de proporções incalculáveis para a vida humana, para o meio-ambiente e para o Brasil perante o mundo.

A indignação pública quanto à impunidade sobre a tragédia de Mariana, ocorrida há cerca de três anos, ressurge e ecoa em todas as mídias perante essa tragédia novamente no Estado de Minas Gerais. Este surto de consciência deve se tornar perene e não se acomodar até sermos sacudidos por outra tragédia. Até quando seremos lenientes com nossos erros, responsabilizando o acaso como culpado?

É imperativo que as responsabilidades sejam rigorosamente apuradas e que sejam aplicadas as sanções cabíveis de forma a que se evite um próximo desastre.

Se tanto a barragem em Mariana quanto a de Brumadinho, de responsabilidade da Vale, foram consideradas como de “baixo risco”, é evidente que o atual sistema de controle está falido e que urgentemente seus critérios necessitam ser revistos. Contudo, um maior rigor legal só se traduzirá em benefício social por meio de criteriosas vistorias presenciais com poder de embargo.

Esta fiscalização de barragens, que implicitamente nos conduz à gestão e prevenção de riscos, compete à recém-criada Agência Nacional de Mineração, a qual deverá receber a máxima atenção do Governo Federal no que tange a recursos técnicos e financeiros para que outros danos sejam evitados.

A SBG é francamente favorável à mineração como opção de desenvolvimento, entretanto, de forma alguma podemos compactuar com um modelo em que o poder econômico desconsidere os riscos aos seres humanos e ao meio-ambiente.

O que exigimos é apenas respeito à vida.

 

DIRETORIA EXECUTIVA – SOCIEDADE BRASILEIRA DE GEOLOGIA

*Clique aqui para ler parecer técnico geofísico que desvincula causa natural ao rompimento da barragem em Brumadinho.

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PETROBRÁS VENDE A REFINARIA DE PASADENA POR MENOS DA METADE DO DINHEIRO QUE PAGOU POR ELA

PETROBRÁS VENDE A REFINARIA DE PASADENA POR MENOS DA METADE DO DINHEIRO QUE PAGOU POR ELA

30. JAN, 2019

ddddA Petrobrás já não é mais a proprietária da Refinaria de Pasadena, no Texas, Estados Unidos. O anúncio oficial da venda para a americana Chevron foi feita na noite desta quarta-feira(30). A Petrobrás informou que a sua subsidiária em Houston, a Petrobras America (PAI) assinou contrato de compra e venda referente à alienação integral das ações detidas pela PAI nas empresas que compõem o sistema de refino de Pasadena, nos Estados Unidos. O valor da transação foi de US$ 562 milhões, sendo US$ 350 milhões pelo valor das ações e US$ 212 milhões de capital de giro (data-base de outubro/2018). O valor final da operação está sujeito a ajustes de capital de giro até a data de fechamento da transação. A Petrobrás comprou esta refinaria pelo valor de US$ 1,2 bilhão, com evidente sobrepreço. A venda de Pasadena foi alvo da Operação Lava Jato com a prisão de várias pessoas.  No comunicado oficial, a Petrobrás disse que “ Estão sendo vendidas as sociedades Pasadena Refining System Inc. (PRSI), responsável pelo processamento de petróleo e produção de derivados, e PRSI Trading LLC (PRST), que atua como braço comercial exclusivo da PRSI, ambas detidas integralmente pela Petrobras America  (PAI). A PRSI possui capacidade de processamento de 110 mil bpd e está localizada na cidade de Pasadena, no Golfo do México, Texas. Trata-se de uma refinaria independente do Sistema Petrobras que pode operar com correntes de petróleos médios e leves e produz derivados que são comercializados tipicamente no mercado doméstico americano.

A Chevron U.S.A.  é uma empresa pertencente à Chevron Corporation, segunda maior empresa de energia integrada nos Estados Unidos. Seus produtos são vendidos nas quase 8.000 estações de varejo Chevron e Texaco e também é uma importante fornecedora de combustível de aviação, possuindo quatro refinarias com capacidade combinada para processar 919 mil bpd no país.  A conclusão da transação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes usuais, tais como a obtenção das aprovações pelos órgãos antitruste  dos Estados Unidos e do Brasil. 

A  operação faz parte do Programa de Parcerias e Desinvestimentos da Petrobras, estando alinhada ao Plano de Negócios e Gestão 2019-2023, que prevê a otimização do portfólio da companhia.”

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Petrobras inicia produção da plataforma P-67 no Campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos

Petrobras inicia produção da plataforma P-67 no Campo de Lula,
no pré-sal da Bacia de Santos

Rio de Janeiro, 01 de fevereiro de 2019 – Petróleo Brasileiro S.A. – A Petrobras informa que
iniciou hoje, com os seus parceiros do Consórcio BM-S-11, a produção de petróleo e gás natural,
por meio da plataforma P-67, na área de Lula Norte, no pré-sal da Bacia de Santos. Com
capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de óleo e comprimir até 6 milhões de
m³ por dia de gás natural, esta é a nona unidade instalada no bloco BM-S-11, em linha com o
Plano Estratégico da companhia.
A plataforma, do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência
de petróleo e gás), está localizada a aproximadamente 260 km da costa do estado do Rio de
Janeiro, em profundidade de água de 2.130 metros, e irá produzir por meio de nove poços
produtores, além de estar interligada a seis poços injetores. O escoamento da produção de
petróleo será feito por navios aliviadores, enquanto a produção de gás será escoada pelas rotas
de gasodutos do pré-sal.

Fonte: Petrobrás

 

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MP dá prazo para que Secima e Agência Nacional de Mineração apresentem informações sobre barragens

MP dá prazo para que Secima e Agência Nacional de Mineração apresentem informações sobre barragens

Informações deverão ser encaminhadas em até 60 dias

Informações deverão ser encaminhadas em até 60 dias

O Ministério Público de Goiás encaminhou nesta segunda-feira (28/1) ofícios à Secretaria Estadual de Meio Ambiente de Goiás (Secima) e à Agência Nacional de Mineração (ANM) solicitando relatórios detalhados sobre as barragens licenciadas pelos dois órgãos, com as respectivas informações de fiscalização. Os documentos foram encaminhados pelo coordenador do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente do MP, Delson Leone Júnior, à secretária de Meio Ambiente, Andrea Vulcanis, e ao diretor regional da ANM, Dagoberto Pereira de Souza.

Conforme solicitado, o MP requer que a Secima informe os dados de todas as barragens licenciadas pelo órgão, acompanhadas das respectivas licenças (vigentes ou não), autos de infração ou embargo, plano de segurança, classificação de risco e dano potencial associado. Já à ANM, foram solicitadas informações referentes às barragens de rejeitos que estão sob responsabilidade da agência, contendo também as respectivas licenças (vigentes ou não), autos de infração ou embargo, plano de segurança, classificação de risco e dano potencial associado.

Foi concedido o prazo de 60 dias para que os órgãos apresentem estas informações. (Texto: Cristina Rosa / Assessoria de Comunicação Social do MP-GO – foto: Banco de Imagem)

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BARRAGENS – Em MG, 22 não têm estabilidade garantida

BARRAGENS

Em MG, 22 não têm estabilidade garantida

De acordo com o último inventário de barragens realizado em Minas Gerais pela Feam (Fundação Estadual do Meio Ambiente), em 2017, das 698 barragens cadastradas, 12 estavam sem estabilidade garantida e para 10 delas não havia conclusão sobre a estabilidade da estrutura, o que significa que poderiam, eventualmente, passar a integrar a categoria de não estabilidade garantida.
“A condição de Estabilidade não Garantida significa que o auditor, após os estudos geotécnicos, hidrológicos e hidráulicos, análises visuais, avaliações das condições de construção e/ou condições atuais das estruturas, não garante que as mesmas estejam seguras, seja pelo ponto de vista da estabilidade física do maciço ou pelo ponto de vista da estabilidade hidráulica (passagem de cheias), portanto são estruturas que apresentam maior risco de rompimento, caso medidas preventivas e corretivas não sejam tomadas”, esclarece o inventário. Já a condição para a qual “não há conclusão sobre a estabilidade da estrutura devido à falta de dados e/ou documentos técnicos reporta à situação em que o auditor não dispõe de estudos geotécnicos, hidrológicos e hidráulicos, análises visuais, avaliações das condições de construção e/ou condições atuais das estruturas e por esse motivo não consegue atestar a estabilidade da estrutura”. A barragem da mina Córrego do Feijão, da Vale, que se rompeu no dia 25 de janeiro de 2019, provocando a morte de dezenas de pessoas, não estava incluída em nenhuma das duas categorias acima.
Do total de barragens abrangidas pelo inventário, 190 estão na Classe I (com baixo potencial de dano ambiental), 303 se inserem na Classe II (médio potencial de dano ambiental e 205 são da Classe III (alto potencial de dano ambiental).
Das 698 estruturas, 435 são barragens de mineração, das quais 162 estão na Classe III, 166 na Classe II e 107 na Classe I. Infelizmente, o inventário não categoriza o potencial de dano às pessoas, que no caso do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho infinitamente maior do que os danos ambientais. Pela legislação, quando uma barragem é de Classe III deve ser objeto de pelo menos uma auditoria por ano. Já as de Classe III devem ser auditadas a cada dois anos e as de Classe I devem ter auditoria pelo menos uma vez a cada 3 anos.
As maiores barragens de mineração no estado de Minas Gerais que estão com estabilidade não garantida ou sem conclusão da estabilidade, são as seguintes: Águas Claras (3,9 milhões de metros cúbicos); Barragem Auxiliar do Vigia, em Ouro Preto (6 milhões m3); Barragem de Água Fria, em Ouro Preto (2,1 milhões m3); Barragem Auxiliar B2, em Rio Acima (6,4 milhões m3); Barragem B2, também em Rio Acima (2,6 milhões m2). Veja a lista completa das barragens em Minas Gerais.
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PF deflagra operação em Salvador e afasta gerente de agência de mineração

PF deflagra operação em Salvador e afasta gerente de agência de mineração

Foto: Lucas Dias/ GP1 Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira (28), em Salvador, uma operação para combater corrupção na Gerência Regional baiana da Agência Nacional de Mineração (ANM) e afastou o atual gerente Claudio da Cruz Lima e os seus dois antecessores Raimundo Sobreira e Adiel Veras. Além deles, mais três servidores do órgão também foram alvos da operação.

A ação batizada de “Terra de Ninguém” ocorre após investigações, que se iniciaram no final de 2017, constatar que servidores da ANM em Salvador recebiam vantagens indevidas para priorizar o andamento de determinados processos administrativos e até mesmo para modificar decisões contrárias aos interesses de empresários que se dispunham a efetuar esses pagamentos ilícitos.

Segundo os investigadores, os indícios apontam, ainda, que os dirigentes do órgão atuavam para beneficiar empresários ligados ao grupo político responsável por sua indicação para o cargo. Estão sendo cumpridos também 22 mandados de busca nas cidades de Salvador e Lauro de Freitas. Cerca de 60 policiais federais participam da ação.

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Nota – FEBRAGEO

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Avenida Alvares Cabral, 1600. 2° andar/ Sala 03. Belo Horizonte – MG CEP: 30170-917
presidencia@febrageo.org.br

A FEBRAGEO – Federação Brasileira de Geólogos apresenta seu pesar e sua indignação com o rompimento de barragem na Mina do Feijão em Brumadinho, MG, pouco mais de três anos após o desastre em Mariana. Novamente uma unidade da empresa Vale S.A. causa um acidente de grande magnitude.
Nesse primeiro momento, realmente o foco é no resgate das vítimas, que infelizmente devem alcançar a centenas de mortes, e o atendimento aos familiares. Além da garantia que as demais barragens da região não sofreram danos e da contenção dos rejeitos depositados ao longo do Córrego do Feijão que podem ser mobilizados na forma de fluxos de detritos na ocorrência de chuvas intensas.
Contudo, é urgente a ação conjunta das autoridades, órgãos públicos e empresas privadas em uma mudança completa da gestão e fiscalização das barragens no país, não somente as de rejeitos, mas as de água também. Fica claro que o problema não é a falta de conhecimento técnico, mas sim de gestão e fiscalização desses empreendimentos por parte das empresas privadas e dos órgãos reguladores.
É importante ressaltar que ambas as barragens da empresa Vale S.A. que romperam em Mariana e Brumadinho eram consideradas, pela empresa e auditores contratados, como de baixo risco, inclusive a Samarco era tida como referência técnica nesse tipo de empreendimento. Contudo, verifica-se que essas avaliações estavam totalmente equivocadas, sendo necessário entender o que realmente está acontecendo nesse modelo de auditoria e monitoramento dessas barragens e se a questão econômica está prevalecendo sobre a segurança e a técnica.
No Inventário de Barragens do Estado de Minas Gerais, do ano de 2017, última versão publicada pela Fundação Estadual do Meio Ambiente, somente no Estado, são 685 estruturas cadastradas no Banco de Declarações Ambientais, lembrando que esse número não corresponde ao número total de barragens existentes no Estado, mas daquelas que estão cadastradas no Banco de Declarações Ambientais.
Desse total, 663 são autodeclaradas pelas empresas como de estabilidade garantida pelo auditor, 10 estruturas o auditor não concluiu sobre a estabilidade por falta de dados e/ou documentos técnicos e 12 não possuem estabilidade garantida pelo auditor.

Mas como acreditar nesses dados, se ambas as barragens que romperam nos últimos três anos eram consideradas como de estabilidade garantida pela empresa e auditor? E o que exatamente está sendo feito com as 22 barragens que não tem estabilidade garantida, sendo que nesse grupo tem barragens de grande porte e a montante de comunidades onde vivem milhares de pessoas?
É inadmissível a falta de ação e informações concretas sobre esses empreendimentos, não somente no Estado de Minas Gerais, mas em todo Brasil. Não esquecendo do desastre ambiental causado pelos vazamentos das barragens de rejeito da empresa norueguesa Hydro Alunorte, em Barcarena, no Pará, em 2018. E dos diversos acidentes com barragens como o ocorrido na Mineração Rio Verde, Nova Lima (MG – 2001); na indústria de papel Rio Pomba-Cataguases (MG – 2003); em Camará, Areias (PB – 2004); Mineração Rio Pomba, Miraí (MG – 2007); e Mineração Samarco (MG – 2015), somente para citar alguns casos.
Destaca-se, ainda, a responsabilidade de autoridades públicas federais e estaduais, como ministros e secretários, que não propiciam estrutura e recursos humanos e materiais a alguns órgãos fiscalizadores. Para citar um caso, tem-se a criação da Agência Nacional de Mineração – ANM substituindo o DNPM, sem um claro plano de investimento em contratação de técnicos e de toda estrutura necessária para adequada fiscalização, sendo que recentemente, algumas unidades do DNPM não tinham dinheiro nem para pagar as contas de água, energia ou comprar combustível.
Não podemos continuar no país com o desmonte dos órgãos públicos técnicos e de fiscalização nas áreas de Geociências e Engenharia, que são essenciais para o desenvolvimento do Brasil e para formação de recursos humanos especializadas. As propostas de privatização da CPRM – Serviço Geológico do Brasil, o sucateamento da GeoRio e do IPT e a extinção da Mineropar são alguns poucos exemplos de políticas equivocadas, que somente irão conduzir a novos e mais frequentes acidentes e mortes no país, não somente em barragens.
A FEBRAGEO defende de forma incondicional o serviço público de qualidade, eficiente e de referência internacional, como são a CPRM, IPT, GeoRio, entre outros, mas para isso há necessidade de recursos humanos e materiais adequados e não o desmonte irresponsável que temos visto nos últimos em nome de uma visão simplista e sem a correta avaliação de sua importância. Essa visão econômica simplista e de curto prazo, tanto no setor privado como no público, leva a essas grandes tragédias, com custos humanos, sociais e econômicos muito maiores com a suposta economia feita.
Apresentamos nossos sentimentos as vítimas e seus familiares

Atenciosamente,
São Paulo, 26 de janeiro de 2019.
Diretoria da Federação Brasileira de Geólogos – FEBRAGEO

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Barragem da Vale se rompe em Brumadinho, na Grande BH

AO VIVO

Barragem da Vale se rompe em Brumadinho, na Grande BH

Há a confirmação de 4 pessoas feridas; acompanhe:

 

 

 

RESUMO

Uma barragem da mineradora Vale se rompeu nesta sexta, em Brumadinho, Região Metropolitana de BH.

A Vale informou que o rompimento ocorreu no início da tarde de hoje, na Mina Feijão e que há possibilidade de vítimas.

Imagens aéreas mostram que um mar de lama destruiu casas da região do Córrego do Feijão.

Rejeitos atingiram a área administrativa da companhia e parte da comunidade da Vila Ferteco. Cidades à margem do Rio Paraopeba temem contaminação.

Governo montou gabinete de crise, e 3 ministros estão a caminho; Bolsonaro também quer ir ao local.

ACOMPANHE

O instituto Inhotim, que fica em Brumadinho, informou que não vai abrir no fim de semana, em solidariedade à cidade e a todos os atingidos. A data de reabertura será definida posteriormente.

AGORA

1 ATUALIZAÇÃO

HÁ 5 MINUTOS

Mais 2 feridos chegaram ao Hospital João XXIII, aumentando o total para 4.

HÁ 12 MINUTOS

A Arquidiocese de Belo Horizonte informou que iniciou uma campanha para arrecadar donativos para os atingidos pelo rompimento da barragem.

AGORA

O instituto Inhotim, que fica em Brumadinho, informou que não vai abrir no fim de semana, em solidariedade à cidade e a todos os atingidos. A data de reabertura será definida posteriormente.

Veja o antes e o depois do local atingido:

Companhia de saneamento afirma que abastecimento de água na Grande BH não será prejudicado por rompimento de barragem

Fonte: G1