Arquivo mensal outubro 2018

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Adimb anuncia cursos inovadores

EXPLORAÇÃO MINERAL

Adimb anuncia cursos inovadores

A Adimb (Agencia para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira) informa que o seu programa de cursos para o segundo semestre de 2018 está direcionado para temas inovadores de grande relevância para os profissionais do setor mineral. “Coordenados e ministrados por instrutores de prestígio nacional e internacional, os cursos irão proporcionar oportunidade única e intercâmbio de aprendizado, experiências e informações”, informa a entidade. Os cursos que serão realizados até o final do ano são os seguintes: Processos Mineralizantes e Seus Footprints em Sistemas Minerais Hidrotermais, de 22 a 26 de outubro, em Belo Horizonte, tendo como instrutor Roberto Perez Xavier (Adimb/Unicamp); Tecnologias Espectrais Aplicadas à Exploração Mineral, de 5 a 9 de novembro, por Diego Ducart e Carlos Roberto de Souza Filho (Unicamp); Avaliação Econômica de Projetos de Mineração de 19 a 23 de novembro de 2018, por Petain Ávila de Souza (consultor); Métodos Geofísicos Aplicados à Prospecção Mineral, de 26 a 30 de novembro, por Marcelo Leão (UFG) e Aline Tavares (UFMG); e Declaração de Resultados de Exploração, Recursos e Reservas Minerais, de 3 a 5 de dezembro, por Celeste Queiroz (Vale), Thomas Brenner (Nexa) e Glaucia Cuchierato (consultora). Mais informações pelo email: contato@adimb.org.br

Fonte: Brasil Mineral

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Comissão sabatina indicados para a Agência Nacional de Mineração

Comissão sabatina indicados para a Agência Nacional de Mineração

Em reunião na terça-feira (16), a Comissão de Serviços e Infraestrutura (CI) sabatina dois indicados para a Agência Nacional de Mineração (ANM) e em seguida analisa projetos de lei que visam incentivar a geração de energia elétrica. A reunião tem início às 9h na sala 13 da ala Alexandre Costa. Eduardo Araújo de Souza Leão e Tomás Antônio Albuquerque de Paula Pessoa Filho são os indicados para os cargos na ANM, com mandato de quatro e dois anos, respectivamente. As indicações são relatadas pelos senadores Eduardo Braga (MDB-AM) e Valdir Raupp (MDB-RO), que ainda não apresentaram suas conclusões.

Souza Leão exerce atualmente o cargo de assessor na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Pará, depois de ter sido titular da pasta. Mestre em geologia, com pós-graduações em gestão empresarial, gestão de recursos hídricos e gestão ambiental industrial, também já atuou como gerente de meio ambiente da mineradora Vale, e ainda como gerente de meio ambiente e agricultura familiar da Biopalma da Amazônia.

Advogado especialista em direito empresarial, Pessoa Filho foi deputado estadual pelo Ceará, de 2007 a 2011. Ex-assessor do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) do Ceará e ex-consultor jurídico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará, compôs ainda a Comissão Especial de Mediação e Arbitragem da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no estado.

Energia
Na mesma reunião deverá ser analisado o Projeto de Lei do Senado (PLS) 705/2015, do senador Otto Alencar (PSD-BA), que exclui da obrigatoriedade de manter reserva legal as áreas nas quais funcionem empreendimentos de geração de energia elétrica de fonte eólica ou solar. O projeto é relatado pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), favorável à aprovação.

Outro item na pauta da comissão é o PLS 107/2017, que inclui no ambiente de contratação regulada a energia elétrica contratada de empreendimentos com geração a partir de mais de um tipo de fonte renovável. Do senador Hélio José (Pros-DF), o texto, já aprovado pela CMA, será analisado em caráter terminativo na comissão, onde é relatado pelo senador Roberto Muniz (PP-BA), favorável à proposição.

A comissão deverá analisar ainda, em caráter terminativo, o substitutivo do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) ao PLS 209/2015, do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), que prevê o pagamento de multa aos usuários pelas concessionarias de energia elétrica no caso de interrupção do fornecimento. A proposta já foi aprovada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Como surgiu o lápis?

Como surgiu o lápis?

ápis é algo que faz a infância mais feliz, depois nos acompanha nas difíceis provas de matemática e permite que nada que escrevamos seja permanente. Porém, você parou para pensar na origem deste importante material?

Tudo começou no antigo Império Romano com um curioso instrumento batizado de stylus, este era um fino metal construído com chumbo que servia para escrever em papiros. O grafite só surgiu em 1564 quando a população de Cumbria, Inglaterra, encontrou um grande depósito do mineral. Inicialmente, eles não sabiam para que servia aquele material semelhante ao carvão, porém não demorou muito para verem que o mesmo produzia uma marca negra que brilhava e era facilmente removida.

No início, utilizaram o grafite para marcar ovelhas, assim marcando o nascimento do lápis. Logo as Minas de Cumbria fizeram imenso sucesso, fazendo com que a cidade restringisse sua exploração e aproveitasse de seu grande monopólio por diversos anos.  Foi só em 1761 que na Alemanha o lápis começou a ser produzido em grande escala através da criação da fábrica de Kaspar Faber em Stein, próxima a Nuremberg.

Uma curiosidade interessante é que a grande rivalidade entre França e Inglaterra no século XVIII permitiu que o lápis de grafite duro fosse criado. Isto porque Napoleão Bonaparte solicitou a seus cientistas que criassem um lápis semelhante ao inglês. Foi assim que em 1795 o oficial francês Nicolas Jacques Conté criou uma técnica onde misturava o grafite pulverizado com argila em altas temperaturas.

Fonte: Tri Curioso

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Hydro vai retomar produção da Alunorte, maior refinaria de alumina do mundo

Hydro vai retomar produção da Alunorte, maior refinaria de alumina do mundo

O grupo norueguês Norsk Hydro obteve permissão de autoridades brasileiras para reiniciar a produção na refinaria de alumina Alunorte, a maior do mundo, localizada no Pará, com metade da capacidade, informou a produtora de metais em comunicado divulgado nesta terça-feira.

O anúncio ocorre após a empresa ter informado na semana passada que iria parar completamente a produção de sua refinaria, bem como a mina de bauxita de Paragominas, podendo impactar pelo menos 4.700 trabalhadores, devido a embargos de autoridades que a impediam de usar estruturas da empresa.

A unidade já estava operando com metade da capacidade desde março, por determinação de autoridades, depois que foram descobertos descartes de efluentes ilegais pela empresa em áreas da Floresta Amazônica.

A empresa já admitiu os despejos, mas nega que tenham causado impactos ao meio ambiente.

A decisão de fechar a refinaria, segundo a empresa, foi tomada quando o Depósito de Resíduos Sólidos 1 (DRS1) da Alunorte estava prestes a atingir sua capacidade total, mas a Hydro conseguiu na segunda-feira a permissão do órgão ambiental federal Ibama para usar uma tecnologia para aliviar a situação, disse a empresa.

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NASA tem plano para impedir que supervulcão destrua a humanidade

NASA tem plano para impedir que supervulcão destrua a humanidade

October 8, 2018

Revista Galileu

Reservatório de magma nos Estados Unidos pode entrar em erupção e resfriar a atmosfera do planeta

De acordo com um relatório da rede BBC, a NASA vê os supervulcões como uma das maiores ameaças naturais à humanidade.

Abaixo do Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos, há um enorme reservatório de magma que é responsável por gêiseres e bacias quentes – e cientistas acreditam que ele pode destruir a humanidade, pois está pronto para entrar em erupção.

Aproximadamente a cada 100 mil anos anos, há a explosão de um supervulcão, cujas consequências podem ser fatais: fome mundial e um inverno vulcânico (o resfriamento da atmosfera mais baixa). De acordo com estimativas da ONU, reportadas pelo jornal The Guardian, uma erupção poderia deixar reservas alimentares somentes para 74 dias.

Quanto mais quente fica dentro do vulcão, mais gases ele produz. O magma continua a derreter e a área acima da câmara de magma sobe – e quando o calor excede um certo limiar, uma explosão é inevitável. Para esfriar o vulcão, é preciso grandes quantidades de água que, em teoria, teria que alimentar o vulcão, mas a implementação é praticamente impossível.

“Construir um grande aqueduto em uma região montanhosa seria custoso e difícil, e as pessoas não querem que a água seja gasta dessa maneira”, disse Brian Wilcox, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, à BBC. “As pessoas estão desesperadas por água em todo o mundo e, portanto, um grande projeto de infraestrutura, onde a única maneira de a água ser usada é esfriar um supervulcão, seria muito controverso.”

Mas a NASA tem uma solução alternativa: perfurar 10 km de profundidade no supervulcão e bombear água sob alta pressão. Isso diminuiria lentamente a temperatura, dia a dia.

A perfuração deve ser feita nos lados do vulcão em vez de diretamente na ponta do reservatório de magma, porque a perfuração poderia até acelerar a erupção. O problema é que o plano vem com um alto preço de US$ 3,46 bilhões.

“Através da perfuração desta maneira, ele poderia ser usado para criar uma usina geotérmica, que gera energia elétrica a preços competitivos em torno de US$ 0,10 por kWh”, afirmou a agência especial norte-americana.

As empresas geotérmicas envolvidas precisariam de um incentivo para perfurar mais fundo e usar água mais quente do que normalmente, mas a ideia é que o consumidor pague de volta o investimento inicial e, em troca, consiga eletricidade.

Parceria: www.geologou.com

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Ibram envia documento a candidatos

Ibram envia documento a candidatos

O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) elaborou documento especial com informações atualizadas do setor e gargalos que precisam ser resolvidos, para ser entregue aos candidatos aos governos estaduais e à Presidência da República. O livro expõe indicadores positivos do setor para a economia e a sociedade brasileira, além de tratar de temas que precisam de maior atenção das autoridades para que o setor de mineração não fique estagnado.

O setor mineral defende leis mais claras para evitar interpretações dúbias e incertezas – causadoras da chamada ‘insegurança jurídica’ – que afeta investimentos e competitividade das empresas. O setor solicita ainda uma desburocratização do processo de licenciamento ambiental com a adoção de um licenciamento ambiental específico para a atividade mineral, em vista de suas características peculiares.
A indústria mineral cobra também uma política efetiva para avançar de forma significativa na promoção do conhecimento geológico brasileiro, mobilizando a comunidade geocientífica para participar de um planejamento mundial de levantamentos geológicos, por meio do Programa Nacional de Mapeamento Geológico.
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As baterias de zinco-ar poderão virar o jogo

As baterias de zinco-ar poderão virar o jogo

De seis anos para cá, 110 aldeias da África e Ásia receberam energia elétrica de painéis solares e de baterias que usam zinco e oxigênio. As baterias são a base de um sistema de armazenamento de energia criado pela NantEnergy, companhia de Patrick Soon-Shiong, empreendedor da área de biotecnologia e cirurgião originário da África do Sul.

Segundo os cientistas da NantEnergy, as baterias são recarregáveis e contribuem para baixar o custo do armazenamento de energia para US$ 100 o quilowatt-hora. Tal cifra é considerada essencial para a criação de uma grade elétrica isenta de carbono que opera quando o sol se põe e o vento amaina. As baterias de zinco-ar são uma das várias alternativas em potencial às íon de lítio, que até agora foram as mais utilizadas para o armazenamento de energia em larga escala e para veículos elétricos.

Quais são as fontes comerciais do zinco?

O dr. Soon-Shiong, cuja companhia adquire zinco da Indonésia, falou da abundância do mineral. Austrália e China têm cerca da metade das reservas mundiais e estão entre os maiores produtores.

Os Estados Unidos têm aproximadamente 5% das reservas mundiais de zinco, e se encarregam de 7% da produção, disse Sri R. Narayan, professor de Química da University of Southern Califórnia.

Segundo ele, as reservas de lítio, um elemento fundamental das baterias de íon de lítio, correspondem a um vigésimo das de zinco, mas acrescentou uma nota de cautela. “Dado o atual volume de produção do zinco, as reservas deste mineral durarão cerca de 25 anos”, afirmou. “Portanto, considerando as reservas disponíveis, não sabemos se teremos zinco suficiente para fazer frente à enorme necessidade que resultará da demanda de baterias em escala de grade”.

O lítio é caro, em parte porque é raro. Além disso, sua mineração também ameaçava a saúde e a segurança dos trabalhadores nas áreas onde era encontrado em abundância, como na República Democrática do Congo. A exposição prolongada ao mineral estava associada à formação de fluido nos pulmões. E as baterias de íon de lítio podem ainda apresentar risco de incêndio.

As baterias de zinco-ar não contêm compostos tóxicos, não são inflamáveis e podem ser descartadas sem riscos, segundo a “MIT Technology Review”. No entanto, a mineração e processamento do zinco apresentam problemas. Isto decorre de um minério que consiste de sulfeto de zinco, produzido, em geral, juntamente com chumbo, cádmio e níquel, disse Narayan. A produção pode aumentar os problemas ambientais gerados pela emissão de vapor de cádmio e dióxido de enxofre.

Quanto custa o armazenamento da energia com as baterias de zinco-ar?

A NantEnergy informou que, a US$ 100 o quilowatt-hora, o custo das baterias de zinco-ar se compara favoravelmente ao das de íon de lítio, que podem  custar US$ 250 o quilowatt-hora, mas, em geral, custam de US$ 300 a US$ 400, segundo Yogi Goswami, diretor do Clean Energy Center da University of South Florida.

Mesmo a US$ 100 o quilowatt-hora, o armazenamento de energia continua sendo um gasto significativo para a indústria, embora as baterias tenham registrado uma baixa rápida do preço e devam tornar-se comuns, como os painéis solares residenciais, dentro de alguns anos.

As baterias de zinco-ar passarão a ser disponíveis para serem usadas nas residências ou em celulares?

A NantEnergy afirmou que está interessada em pôr no mercado o seu produto para microgrades – matrizes de painéis solares autossuficientes para atender a áreas pequenas – e não em instalações industriais ou consumidores residenciais. Entretanto, a companhia prevê o fornecimento de baterias para uso doméstico.

A NantEnergy pretende acrescentar sistemas de transporte como automóveis elétricos, ônibus, trens e scooters à próxima versão da bateria. E além disso?

“Temos um primeiro protótipo de um rádio móvel”, disse o dr. Soon Shiong. “A densidade da energia da nossa bateria torna isto realmente possível”.

“É enorme”, acrescentou, “mas provavelmente a nossa meta será 2020”.

Mais conteúdo sobre: Zinco tecnologia
Fonte: Estadão
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1º Seminário sobre Minerais do Futuro

Atenciosamente,

Coordenação de Eventos e Cerimonial
CPRM – Serviço Geológico do Brasil
Setor Bancário Norte – SBN Quadra 02, Lote 14, Bloco H, 2º andar – Brasília
CEP: 70040-904
Tel: (61) 2108-8405
www.cprm.gov.br

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CMOC recupera nióbio em barragens

CMOC recupera nióbio em barragens

A CMOC Brasil comemora os bons rendimentos na produção regular e a recente recuperação de nióbio presente na barragem de rejeito de sua controlada Niobras. “Analisamos o material da barragem e percebemos que existia potencial, que era viável reaproveitar o rejeito e reprocessá-lo”, explica David Crispim, gerente de Operações da Niobras.

A empresa faz amostras de caracterização, sondagem, estudos geológico, mineralógico e de análise química para atestar a viabilidade da recuperação do nióbio do rejeito. “A partir dos resultados, fizemos um teste na planta Boa Vista. Conseguimos recuperar 40% do nióbio contido, um número extremamente expressivo, ainda mais se pensarmos que é um material que ficaria parado, na barragem, como rejeito”, completa David.
A prática é realizada de maneira intermitente na Niobras, para complementar a produção regular quando necessária. Atualmente a CMOC Brasil visa recuperar 56% de nióbio em sua planta BVFR. A meta do reprocessamento da barragem de rejeitos, na planta Boa Vista é de 40%.
Com a atividade a CMOC torna mais eficiente a recuperação de nióbio, além de potencializar a vida útil da barragem, sem a necessidade de ampliar o espaço ou buscar novas áreas para a disposição de rejeitos, gerando menos impacto no meio ambiente em longo prazo.
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PERSONALIDADES DO ANO

Pela primeira vez duas mulheres são eleitas

Através de processo de votação direta concluído no dia 28 de setembro, foram escolhidas as Personalidades do Ano do Setor Mineral de 2018, que reconhece os profissionais e empresários que se destacaram na atividade nesse período, em várias categorias. Os leitores votaram em uma lista de três indicados em cada categoria pelos membros do Conselho Consultivo de Brasil Mineral.

Os profissionais escolhidos este ano foram: Ruben Fernandes, presidente da Anglo American Brasil (Minerais Não-Ferrosos); Manoel Valério de Brito, Co-CEO e COO da Mineração Caraíba (Minerais Não-Ferrosos); César Augusto Torresini, vice-presidente de Operações da Mineração Aurizona (Metais Preciosos); Marcos Stelzer, diretor-presidente da CMOC Brasil (Fertilizantes e Minerais Industriais), Gustavo Rosa Lanna, diretor da Martins Lanna (Agregados/Minerais para Construção); Lúcia Travassos Costa, chefe do DEGEO da CPRM (Exploração Mineral); Maria de Lourdes Bahia, general manager da SNC-Lavalin Brasil (Engenharia/Tecnologia Mineral); José C. Carvalho(in memoriam), fundador da Ferbasa (Pioneiros da Mineração).

Na categoria Homenagem Especial, concedida pelo Conselho Consultivo da Brasil Mineral, o escolhido foi o geólogo Onildo João Marini, pelos relevantes serviços prestados à mineração brasileira.

Pela primeira vez em sua história, o troféu Personalidades do Ano do Setor Mineral será concedido a duas mulheres, marcando a diversidade de gêneros, numa atividade onde os homens predominam.

A premiação dos eleitos ocorrerá em cerimônia a ser realizada em São Paulo, no dia 27 de novembro próximo, por ocasião do Forum Brasil Mineral, que terá como temas “O que a mineração espera do novo governo” e “Questões legais que mais afetam a mineração na atualidade”.

Fonte: Brasil Mineral