Arquivo mensal abril 2019

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PETROBRÁS QUER VENDER ATÉ METADE DE SUAS REFINARIAS A PARTIR DE JUNHO

PETROBRÁS QUER VENDER ATÉ METADE DE SUAS REFINARIAS A PARTIR DE JUNHO

roberto castello brancoA Black Friday é só em novembro, mas parece que a Petrobrás quer adiantar um pouco as coisas, antecipando a sua “liquidação de estoque”. A estatal apresentou ao governo os seus planos de vender metade de suas refinarias a partir de junho. Os detalhes foram apresentados pelo presidente da companhia, Roberto Castello Branco(foto), durante reunião de ontem (16), em Brasília, com o presidente Jair Bolsonaro e ministros.

A ideia da Petrobrás é apresentar o projeto de venda dos ativos ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) ainda neste mês. Caberá ao Conselho analisar o processo para evitar a criação de monopólios regionais.

A Petrobrás possui 13 refinarias espalhadas pelo Nordeste, Sul e Sudeste. A empresa tem ainda uma unidade de processamento de xisto, no Paraná, e o Comperj (em obras), no Rio. Com a venda de parte desse parque, a companhia pretende levantar algo entre US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões, que devem ser usados no abatimento da sua dívida.

Castello Branco já havia anunciado, em fevereiro, que a Petrobrás iria desenhar um novo modelo de venda de suas refinarias. A tentativa anterior, lançada em 2018 e que previa a alienação de 60% de participação em refinarias do Sul e Norte, era considerada pouco competitiva.

No planejamento de negócios da Petrobrás entre os anos de 2019 e 2023, o setor de refino deverá receber até US$ 8,41 bilhões em investimentos, o que corresponde a 10% do montante total que a estatal irá desembolsar no intervalo. A parte de exploração e produção ficará com a maior fatia de recursos – US$ 68,8 bilhões.

Fonte: FEBRAGEO
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Mosaic pede mais tempo para laudo

Mosaic pede mais tempo para laudo

A Mosaic Fertilizantes solicitou à Agência Nacional de Mineração (ANM) prorrogação para emissão do laudo, seguindo as novas normas da Agência, de três de suas barragens, duas delas localizadas em Tapira (BL1 e BR) e outra em Catalão (BR). Em comunicado, a companhia afirma que, previamente à data limite de 31 de março de 2019 para entrega das Declarações de Condição de Estabilidade (DCE) de suas barragens, com a anuência técnica da ANM, protocolou requerimento para a extensão do prazo de apresentação das Declarações para três de suas barragens.

A prorrogação foi necessária para que estudos geotécnicos adicionais das empresas especializadas contratadas fossem concluídos. A expectativa é que estes estudos se encerrem em abril. Entretanto, até o momento os resultados obtidos nas análises não permitiram confirmar a estabilidade das barragens face às novas normas da ANM, publicadas em fevereiro deste ano.

Por este motivo, a Mosaic acionou os Planos de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (PAEBM) para as barragens BL1 e BR, em Tapira (MG), e BR, em Catalão (GO), no nível 1 de emergência, sem a necessidade de evacuação da Zona de Autossalvamento. A Mosaic Fertilizantes possui planos de ação estruturados para obtenção de resultados finais e não medirá esforços para obter as DCEs o mais rápido possível. Os trabalhos de investigação geotécnica, análises com consultores externos e ações de remediação continuarão até as barragens atingirem os novos critérios de segurança. A Mosaic reafirma que as barragens não apresentam risco iminente de rompimento e reitera seu compromisso com as comunidades e regiões onde atua, mantendo um diálogo aberto e constante.

Fonte: Brasil Mineral

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Yamana vende Chapada por US$ 1 bilhão

Yamana vende Chapada por US$ 1 bilhão

A Yamana Gold anunciou que concordou em vender a sua mina Chapada, de cobre e ouro, localizada em Goiás, para a Lundin Mining Corporation, pelo valor total de pouco mais de US$ 1 bilhão, sendo US$ 800 milhões em dinheiro, no fechamento da transação, mais um adicional de US$ 125 milhões com base no preço do ouro (US$ 1.350, US$ 1.400 e US$ 1.450 por onça no período de cinco anos após o fechamento do negócio) e US$ 100 milhões contingenciados ao desenvolvimento de um circuito de pirita para otimizar a operação, mais um royalty de 2% sobre o ouro produzido no projeto Suruca, adjacente a Chapada. Suruca deve produzir cerca de 50 mil onças de ouro por ano, por um período de cinco anos. O negócio depende de aprovação das autoridades e deve ser concluído no terceiro trimestre de 2019.

Peter Marrone, Presidente Executivo da Yamana, comentou: “Embora Chapada tenha sido um ativo valioso para a Yamana, a venda proporciona um ganho significativo, oferece um alto retorno após impostos e reposiciona financeiramente a empresa, com uma melhoria significativa e imediata da situação financeira geral, permitindo assim que a companhia busque oportunidades para maximizar o valor de seu portfólio em curto prazo e também aumente o retorno aos acionistas, inicialmente por meio de um aumento de 100% no dividendo anual.”

De acordo com a Yamana, a expansão de Chapada exigiria um significativo investimento de capital, o que contribuiria para aumentar o seu endividamento. Hoje a relação dívida/Ebitda está em 2,5 e com a transação a mesma deverá cair para 1,5 até 2021. Além disso, as exigências de capital para a expansão restringiriam a capacidade da Yamana de buscar outras oportunidades orgânicas em seus outros ativos ou aumentar os retornos em dinheiro aos acionistas.

Com a venda de Chapada, os ativos da Yamana no Brasil ficarão restritos à mina de Jacobina, na Bahia. Os outros ativos que ela possuía no País (Fazenda Brasileiro, Pilar de Goiás e Santa Luiz) já haviam sido vendidos. Para a remanescente mina de Jacobina, a Yamana prevê um aumento da capacidade de produção para 150 mil onças/ano.

Fonte: Brasil Mineral

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Relatório de monitoramento do Paraopeba – MG

CPRM

Relatório de monitoramento do Paraopeba

O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) divulgou o 2º relatório do Monitoramento Especial da Bacia do rio Paraopeba. Os resultados obtidos mostram baixo impacto da corrida de rejeitos na bacia após o rompimento da Barragem 1, em Brumadinho. O trabalho foi realizado entre os dias 28 de janeiro e dois de fevereiro em 17 pontos estabelecido ao longo do rio. Foram coletadas amostras geoquímicas de sedimento de fundo e de água superficial.

O geólogo do Setor de Geoquímica Ambiental do Departamento de Gestão Territorial da CPRM, Eduardo Viglio, afirma que o trabalho seguiu a metodologia do Mapa Geoquímico Mundial e tem como referência o projeto Geoquímica MultiUso desenvolvido entre 2009 e 2011 pelo Serviço Geológico do Brasil na bacia do rio São Francisco. A equipe repetiu também procedimentos utilizados no acompanhamento do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, em 2015. A equipe toda desta parte do estudo é formada por Marco Antônio (Gehite/BH), Eduardo Víglio (Deget/RJ), Luiz Marmos (Gehite/Ma) e a estagiária em geologia Júlia Quintarell, acompanhados de dois bombeiros que estavam trabalhando no local.

Viglio diz que o primeiro elemento a se considerar no Paraopeba é o fato da bacia ser historicamente impactada pela mineração e agricultura, tendo como característica a elevada concentração de determinados elementos, em parte pela ação antrópica e em parte devido aos elevados teores presentes ao natural em rochas e solos, em jazidas de ferro e ouro. “No trabalho que concluímos em 2011 foram obtidos resultados que mostram uma bacia profundamente impactada, com altos teores de mercúrio, manganês, ferro e alumínio em sedimentos, refletidos também nas amostras de água e de solo”, ressaltou.  Outro ponto é a constituição do rejeito localizado na bacia, formado por um material grosseiro, pouco móvel, completamente diferente do evento de Mariana. “O rompimento da barragem de Brumadinho provocou uma corrida de rejeitos catastrófica, que preencheu por completo o vale do Córrego do Feijão e parte dos tributários, mas parou cerca de 1km após a foz do rio Paraopeba”, destacou.

No relatório a equipe do CPRM indica o baixo impacto do rompimento da barragem nas águas superficiais da bacia do rio Paraopeba. Das 578 determinações efetuadas para as 17 amostras de água coletadas, apenas seis mostraram concentrações acima do limite legal para rios de Classe 1. Os valores dos parâmetros físico-químicos de pH e Oxigênio Dissolvido tiveram todas as medições dentro dos limites legais e não mostraram variação significativa ao longo de todo o curso do rio Paraopeba. Já a Condutividade Elétrica apresentou valores mais baixos próximos ao evento. Resultados semelhantes foram verificados nas amostras de sedimento de fundo. Das 848 determinações efetuadas nas 16 amostras de sedimento de fundo coletadas (na estação 12 – Represa Retiro de Baixo, não foi possível obter o sedimento), somente 10 estão acima dos valores de nível 1 definidos pela resolução CONAMA 454/2012, seis para arsênio, duas para cobre e duas para cromo. No entanto, quando consideramos os parâmetros para Água Doce Nível 2 da citada resolução, todos os valores estão abaixo destes limites, não ocorrendo nenhum valor fora da legislação. “O monitoramento geoquímico da CPRM utilizou parâmetros pesquisados na mesma bacia antes do evento, o que permitiu indicar o verdadeiro impacto do rompimento da barragem”, avaliou.

A íntegra do relatório está no site www.cprm.gov.br/sace/conteudo/paraopeba/rt_02_2019_paraopeba.pdf. 

Fonte: Brasil Mineral

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SIGMA e Mitsui assinam acordo

LÍTIO

SIGMA e Mitsui assinam acordo

A SIGMA Lithium Resources Corporation assinou acordo vinculativo para uma transação estratégica com a japonesa Mitsui & Co. que prevê investimentos na construção da planta de produção comercial da Sigma em seu projeto de lítio da Grota do Cirilo no Brasil. A Mitsui pagará antecipadamente US$ 30 milhões pelo fornecimento de concentrado de lítio de baterias de até 55 mil toneladas anuais em seis anos, com o prazo podendo ser prorrogado por mais cinco anos.

O pagamento inicial da tranche de US$ 3 milhões foi recebido pela Sigma, enquanto os desembolsos das parcelas restantes estão sujeitos às condições habituais. A Mitsui poderá comprar anualmente da Sigma, a preços vigentes, uma quantidade suplementar de 25 mil toneladas de produtos. A companhia nipônica apoiará a Sigma no cumprimento de seu cronograma de construção da planta negociando os termos de um desembolso de até US$ 7 milhões que será usado para os depósitos necessários para comprar itens para a construção do empreendimento. Tais pagamentos estão sujeitos à aprovação da Mitsui e serão deduzidos do pré-pagamento geral.

Pelo acordo, a Mitsui terá o direito de adquirir uma parte da expansão futura da produção no projeto Grota de Cirilo se fornecer uma porção relevante do capital. O Presidente e CEO da Sigma, Calvyn Gardner, afirma: “Estamos muito satisfeitos em dar as boas vindas à Mitsui como nossa nova parceira estratégica de captação e financiamento para acelerar o desenvolvimento do nosso projeto Grota do Cirilo. Ambas as empresas compartilham a mesma visão em relação ao crescimento da cadeia de valor dos metais da bateria, bem como o compromisso de fornecer energia limpa ao mundo. Estamos ansiosos para trabalhar de perto com a Mitsui e estaremos explorando outras oportunidades para unir forças no futuro. Além disso, há muito acreditamos que as parcerias certas trazem benefícios extremamente importantes para as comunidades locais do Vale do Jequitinhonha em Minas Gerais e para nossos acionistas. Há muitas oportunidades para melhorar e expandir nosso projeto para o benefício mútuo de todos os interessados”.

A planta de concentração de lítio terá uma capacidade inicial de processamento de 1,5 milhão toneladas de minério de espodumênio por ano. O projeto da usina atualmente contempla uma capacidade de 220.000 toneladas de concentrado de espodumênio para baterias, por ano. A Sigma acredita que existe um potencial significativo para expandir economicamente a capacidade de produção com base na análise preliminar metalúrgica do depósito do Barreiro e na magnitude de seus recursos medidos e indicados. Se o estudo de viabilidade atual sugerir isso, a Sigma deve realizar um novo estudo de viabilidade para incluir o depósito do Barreiro como um primeiro passo para aumentar a capacidade de produção do projeto para 440.000 toneladas por ano no futuro.

Fonte: Brasil Mineral

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Fertilizante biológico a partir de algas

INTERCEMENT

Fertilizante biológico a partir de algas

A InterCement, em parceria com a startup Algae Biotecnologia, desenvolveu um novo fertilizante 100% biológico a partir de biomassa de microalgas. Denominado Cellagro, o produto estimula a resistência das plantas a fatores de estresses ambientais e permite ganhos de produtividade de até 20% em cultivos agrícolas. O produto será oficialmente lançado na VIII ABISOLO Fórum e Exposição, que será realizado em Campinas, entre os dias 10 e 11 de abril.

 

Para chegar ao fertilizante 100% biológico os pesquisadores desenvolveram um sistema de biofixação de CO2 através de microalgas e cianobactérias fotosintetizantes. Estes microorganismos crescem rapidamente em estruturas denominadas fotobioreatores, absorvem os gases de emissão dos fornos de produção de cimento e produzem biomassa vegetal que é utilizada para a formulação dos fertilizantes. “Trabalhamos em um conceito de economia circular, com objetivo de valorarmos efluentes e transformá-los em produtos novamente. O projeto com microalgas é pioneiro no Brasil e temos o objetivo de ampliação de escala já em 2019”, esclarece Sergio Goldemberg, diretor da Algae Biotecnologia.

 

O projeto-piloto entre InterCement e Algae opera de forma contínua desde 2017 e está instalado em Holambra (SP) em uma área de 200 m2. “A InterCement é uma das empresas que mais investem em atitudes para tornar a produção de cimento cada vez mais sustentável, para diminuir a emissão de carbono e o consumo de matérias primas e combustíveis não renováveis. Por isso, trabalhamos em diversas frentes”, afirma Alexandre Citvaras, diretor de Meio Ambiente e Energia da InterCement. “Há diversos exemplos dentro da empresa, como é o caso do coprocessamento onde substituímos o uso do coque de petróleo como combustível dos fornos por resíduos e biomassa, o que reduz o uso de combustível fóssil e a emissão de CO2”, complementa o executivo da InterCement.

Fonte: Brasil Mineral

 

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CONSÓRCIO DA ENGIE E FUNDO CANADENSE COMPRA 90% DA TAG POR US$ 8,6 BILHÕES

CONSÓRCIO DA ENGIE E FUNDO CANADENSE COMPRA 90% DA TAG POR US$ 8,6 BILHÕES

05. ABR, 2019

tagO novo passo da Petrobrás em seu plano de desinvestimentos foi dado. A estatal anunciou no final da tarde desta sexta-feira (5) que escolheu o consórcio formado pelo grupo ENGIE e o fundo canadense Caisse de Dépôt et Placement du Québec (CDPQ) como o vencedor da disputa pelo controle de 90% da Transportadora Associada de Gás S.A. (TAG). Segundo a petroleira, a transação representará um valor total estimado de US$ 8,6 bilhões quando for concluída.

O valor inclui o pagamento, por parte do consórcio vencedor, das dívidas da TAG no BNDES (US$ 800 milhões), na data de conclusão da operação. A Petrobrás disse ainda que continuará usando os serviços de transporte de gás natural da TAG, por meio dos contratos de longo prazo já vigentes entre as duas companhias. A estatal ainda acrescentou que isto não terá qualquer impacto em suas operações e na entrega de gás para distribuidoras e demais clientes.

A TAG é proprietária e gestora de importante parcela dos ativos de transporte de gás natural do país, distribuídos entre as regiões Norte, Nordeste e Sudeste. A venda do ativo ainda depende de aprovação pelos órgãos de governança da Petrobras e de defesa da concorrência.

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Recursos Minerais de Minas Gerais On Line

Recursos Minerais de Minas Gerais On Line

 

Nova plataforma reúne livro eletrônico interativo com webmaps e numerosos bancos de dados, compondo robusta fonte de divulgação do conhecimento sobre depósitos minerais.

 

O Governo do Estado de Minas Gerais, por meio da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge), lançou o portal Recursos Minerais de Minas Gerais On Line (http://recursomineralmg.codemge.com.br/), produzido por um projeto coordenado pelo Professor Antônio Carlos Pedrosa Soares (UFMG) com a colaboração de diversos pesquisadores e profissionais das Geociências e Mineração. A plataforma reúne livro eletrônico, mapas, webmaps e numerosos dados sobre depósitos minerais, compondo uma robusta fonte de informação e conhecimento para estudantes, professores, cientistas, profissionais, agentes e gestores públicos, empresários, empreendedores, turistas e todos os demais cidadãos interessados no tema.

O novo portal online inclui seções com informação atualizada (História Geológica de Minas Gerais; Meio Ambiente e Mineração; Recursos Minerais no Cenário Geológico de Minas Gerais), além de itens de visualização da distribuição territorial dos recursos minerais (Principais Substâncias Minerais por Município; Distribuição de Jazidas e Minas). Também contém arquivos de suporte (Glossário; Referências Bibliográficas) e capítulos referentes às substâncias que compõem o variado quadro de recursos minerais de Minas Gerais, como: Águas Minerais; Alumínio; Argilas e Minerais Refratários; Diamante; Estanho; Ferro; Fertilizantes; Gás Natural; Grafita; Gemas e Minerais de Coleção; Lítio; Manganês; Nióbio; Rochas Carbonáticas; Rochas Industriais; Rochas Ornamentais; Recursos Minerais para Construção Civil; Recursos Minerais para a Indústria Cerâmica e Vidreira; Ouro; Terras Raras; Titânio; Zinco e Chumbo, entre outros.

O usuário tem acesso ainda a mapas que permitem observar, por exemplo, a localização das jazidas e minas, recursos minerais, rede viária, hidrografia e estruturas geológicas. O sistema foi elaborado, por meio de técnicas e recursos digitais, na forma de homepage, permitindo a visualização do conteúdo de modo fácil, ágil e dinâmico, mediante acesso à internet. O portal é acessível em dispositivos diversos, como computadores (desktops, notebooks), celulares (smartphones), tablets e leitores de livros digitais. Outra comodidade é a disponibilização de conteúdos dos capítulos para impressão em arquivos no formato pdf.

Fonte: SBG

 

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Anuário Mineral Brasileiro 2018 – principais substâncias metálicas

Anuário Mineral Brasileiro 2018 – principais substâncias metálicas

 

Fonte: Geól. Paulo Ribeiro de Santana (Ouvidor)

 

A publicação apresenta estatísticas referentes às onze principais substâncias metálicas, quais sejam: ferro, ouro, cobre, alumínio, níquel, manganês, estanho, nióbio, zinco, cromo e vanádio para o ano-base 2017.

 

Anuário Mineral Brasileiro é publicado desde 1972 e utiliza como base os dados constantes no Relatório Anual de Lavra (RAL).

 

Anuário Mineral Brasileiro 2018 – principais substâncias metálicas encontra-se disponível para download no sítio da ANM na internet e pode ser acessado por meio do link http://www.anm.gov.br/dnpm/documentos/amb_2018.pdf

 

Críticas e sugestões são bem vindas e podem ser enviadas ao e-mail amb@anm.gov.br

Fonte: SBG